Junho 2010
Arquivo Mensal
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Publicado por Suplemento em 20 Jun 2010 | sob: Ganho de Massa Muscular, Perda de Peso e definição, BCAA, Dicas de suplementação, Suplementos, News Letters Suplemento & Saúde, Carboidratos, Futebol, Pergunte ao Dr. Alexandre
O Futebol é um esporte muito praticado no Brasil. Além de um ótimo exercício aeróbico também precisa de força e explosão. Para melhorar a performance, muitos atletas fazem exercícios musculares para reforçar.
Durante a atividade de musculação, recomendamos a utilização de bons aminoácidos antes e depois da atividade ou um BCAA antes e uma fonte de aminoácido após o treino.
Já para os jogos, utilize uma boa fonte de carboidrato, a mais comum é a dextrose, por ser mais barata e de absorção e utilização mais rápida. Porém existe um suplemento chamado DISTANCE que combina BCAA, cafeína, RIBOSE (o carboidrato utilizado na síntese de RNA e DNA e ATP) e maltose. Esse suplemento fornece energia e protege os músculos, promovendo uma recuperação mais rápida.
Uma opção prática e muito boa são os géis de carboidrato, porém não se esqueça de beber água também.
Abaixo colocamos os links para os produtos que descrevemos.
Fonte: Dr. Alexandre da Suplemento e Saúde, caso queira copiar e publicar estas informações por favor, citar o site www.suplementoesaude.com.br
Publicado por Suplemento em 17 Jun 2010 | sob: Perda de Peso e definição, Dicas de suplementação, News Letters Suplemento & Saúde, Pergunte ao Dr. Alexandre
A Suplemento e Saúde, a sua loja na internet de suplementos alimentares e artigos esportivos, selecionou algumas dicas de alimentação para que você, que não pode ir ao nutricionista, possa pelo menos optar por uma refeição com qualidade.
Conheça também nossa linha de produtos no site: www.suplementoesaude.com.br
Lá você encontra: Whey Protein, soja, albumina, BCAA, aminoácidos, queimadores de gordura e muito mais.
1) Pão francês por integral
Eis uma forma de começar o dia protegendo as artérias. A massa integral presenteia o organismo com boas doses de fibras. Esse ingrediente serve de alimento a bactérias aliadas que moram no intestino. Bem nutridas, algumas delas fabricam mais propionato, uma substância que tem tudo a ver com os níveis de gordura na circulação. “Ao chegar ao fígado, ela diminui a produção de colesterol”, explica a gastroenterologista Jacqueline Alvarez-Leite, da Universidade Federal de Minas Gerais. Com isso, cai também a quantidade dessa partícula no sangue.
2) Leite integral por desnatado
Esse esquema garante a entrada do cálcio, tão caro aos ossos, sem um bando de penetras gordurosos. A bebida desnatada tem o mesmo teor do mineral, com a vantagem de ostentar menos ácidos graxos saturados. O excesso desse tipo de gordura eleva os níveis de LDL, a fração ruim do colesterol. “Isso porque reduz o número de receptores que captam LDL nas células”, ensina a nutricionista Ana Maria Pita Lottenberg, do Hospital das Clínicas de São Paulo. Se esse mecanismo não funciona direito, o colesterol vaga no sangue, pronto para se depositar na parede das artérias.
3) Óleo de soja e outros por azeite
O ganho dessa troca vem da combinação entre gorduras benéficas e antioxidantes que povoam o óleo de oliva. Uma de suas vantagens é fornecer doses generosas de ácidos graxos monoinsaturados. “Eles não aumentam os níveis de LDL e ainda ajudam a erguer um pouco as taxas de HDL, o colesterol bom”, afirma o cardiologista Raul Dias dos Santos, do Instituto do Coração de São Paulo. “Além disso, os compostos fenólicos do azeite evitam a oxidação do colesterol, fenômeno que propicia a formação das placas”, completa Jo rge Mancini, diretor da Faculdade de Ciências Farmacêuticas da Universidade de São Paulo.
4) Pizza de mussarela pelas de vegetais
A ideia pode não agradar aos fãs mais puristas das pizzarias, mas presta um enorme serviço aos vasos sanguíneos. Deixar camadas e mais camadas de queijo de lado de vez em quando significa podar gordura saturada do cardápio. Como você viu, ela protagoniza o disparo do LDL, o tipo perigoso do colesterol. Substituir a mussarela ou a quatro queijos pelas redondas cobertas de vegetais é uma saída para degustar pizzas sem receio. Opções não faltam — vale pizza de escarola, de rúcula, de brócolis e até de abobrinha. E elas oferecem um bônus: pitadas de fibras e antioxidantes.
5) Salgadinhos por castanhas
Essa troca é destinada àquele momento em que pinta a fome no meio do dia. Solução fácil, mas nada saudável, seria recorrer aos salgadinhos ou biscoitos recheados, petiscos que costumam contar com gordura trans em sua receita. “Ela não só faz aumentar o LDL como ainda contribui para derrubar o HDL”, alerta Ana Maria Lottenberg. Para escapar da malfeitora, aposte nas castanhas e nas nozes — legítimos depósitos da gordura monoinsaturada, que faz exatamente o trabalho oposto. “As oleaginosas ainda são fontes de antioxidantes”, lembra Jo rge Mancini.
6) Cereais açucarados por aveia
A aveia tem fama de ser um dos cereais mais nutritivos do planeta. Por isso merece um espaço logo no café da manhã — seja na forma de flocos, seja no mingau. Um estudo da Universidade Federal de Santa Catarina comprova, mais uma vez, sua capacidade de cortar a gordura que sobra no sangue. “A aveia é rica em betaglucanas, fibras fermentadas no intestino e capazes de regular a síntese de colesterol”, explica a autora, Alicia de Francisco, que também é coordenadora para a América Latina da Associação Americana de Químicos de Cereais. “Observamos que elas ainda aumentam o HDL.”
7) Bauru por peito de peru e queijo branco
Calma, não pretendemos condenar ao ostracismo um lanche tão tradicional como o bauru. O problema é que ele deixa a desejar se as taxas de colesterol já rumam aos céus. Basta averiguar seus ingredientes: queijo prato e presunto, redutos de gordura saturada e colesterol. Que tal substituí-lo por um sanduba de peito de peru e queijo branco, que é mais esbelto do que seu congênere? Experimente. Só é preciso ficar atento ao tamanho do lanche. Ora, uma gigantesca baguete recheada pode fornecer mais calorias e gorduras do que um bauru de porte modesto.
8) Camarão por peixe
Convenhamos: frutos do mar não são tão frequentes no prato do brasileiro. Mas vale ficar atento durante aquela viagem à praia para não se abarrotar de camarões. Eles encabeçam o ranking marinho de colesterol — são 152 miligramas da gordura em uma porção de 100 gramas . Ou seja, quase o triplo do que é oferecido pela mesma quantidade de um peixe gordo como o salmão. Esse pescado se sai melhor também por outro motivo: ele é carregado de ômega-3. E uma nova pesquisa da Universidade Columbia, nos Estados Unidos, revela: o ômega diminui a captação de LDL pela parede das artérias, prevenindo as placas.
9) Picanha por lombo
O porco não é mais gordo que o boi nem o boi é mais gordo que o porco. Tudo é uma questão de corte. Há peças bovinas com menos gordura saturada, caso da alcatra e do filé mignon, e há aquelas parrudas, como a picanha e o cupim. O mesmo raciocínio se aplica à carne suína: o lombo é mais magro que o pernil. Mas saiba que há medidas para retalhar o possível malefício de qualquer corte rechonchudo. “Limpe a peça antes de cozinhá-la, retirando toda gordura aparente”, ensina Ana Maria. Até porque, apesar de a gente não ver, altas doses do nutriente já estão emaranhadas na carne.
10) Manteiga por margarina
Elas mantêm uma rivalidade histórica e ainda suscitam debates entre os experts. No duelo em prol de artérias saudáveis, porém, a margarina leva certa vantagem, porque não conta com a famigerada gordura de origem animal e o colesterol. Nos últimos anos, a indústria tem acrescentado componentes à sua fórmula para torná-la mais benéfica. Entre eles, destaque para os fitosteróis, que facilitam a expulsão do colesterol pelas fezes. “Os produtos enriquecidos com essa substância são indicados a quem já tem colesterol alto”, avisa Ana Maria.
11) Quindim por compota de frutas
Os doces costumam ser condenados por carregarem açúcar demais. Quando a discussão envolve colesterol, porém, o açúcar pesa menos do que outro ingrediente comum em quindins, brigadeiros e bolos: a gordura. A manteiga, o creme de leite e outros ingredientes gordurosos que dão consistência aos quitutes levam consigo ácidos graxos saturados, que alavancam as taxas de LDL. Não à toa, os especialistas aconselham trocar esse tipo de sobremesa por opções que, sem perder o sabor adocicado, são desengorduradas. O melhor exemplo são as compotas de frutas. Só não vale, é claro, abusar
12) Suco de laranja pelo de uva
Essa é para matar a sede e resguardar o peito. É na casca da uva que está um parceiro do coração, o resveratrol. “Ele atua na redução do colesterol e tem efeito antioxidante”, diz a bioquímica Tânia Toledo de Oliveira, da Universidade Federal de Viçosa, em Minas Gerais. Ao impedir que as partículas de LDL se oxidem, a substância evita indiretamente que elas grudem na parede do vaso. Ao contrário do que muita gente pensa, o resveratrol não é exclusivo do vinho. O suco de uva natural e feito na hora (com casca, por favor!) também o disponibiliza ao organismo.
13) Chá de ervas por chá-mate
Não é campanha contra a receita da avó, mas as infusões à base de camomila e afins perdem feio para o mate se o assunto é colesterol. Que o digam cientistas da Universidade Federal de Santa Catarina, que avaliaram as propriedades dessa erva típica do sul do país. “Notamos uma queda de 8,5% nos níveis de LDL em voluntários com taxas normais e uma redução extra de 13,5% em pessoas que tomavam remédios para abaixar o colesterol”, conta o farmacêutico Edson Luiz da Silva, que liderou a pesquisa. A proeza vem das saponinas, moléculas presentes no mate. “Elas diminuem a absorção do colesterol no intestino, favorecendo sua excreção pelas fezes”, explica.
14) Cebola branca por cebola roxa
Essa troca pode ser estendida à alface e ao repolho: prefira sempre o roxo. As hortaliças com essa cor abrigam um pigmento que aplaca o colesterol, a antocianina. “Experimentos feitos em animais no nosso laboratório mostraram que ela reduz consideravelmente a concentração da gordura no sangue”, conta a professora Tânia Toledo de Oliveira, da Universidade Federal de Viçosa. “A substância inibe uma enzima que participa da síntese de colesterol no fígado, além de aumentar sua eliminação do organismo.” Morangos e cerejas, saiba, também são reservas de antocianinas.
15) Molho branco pelo de tomate
O macarrão é o mais inocente por aqui. Quem incentiva ou não a escalada do colesterol é o molho — sempre. O branco é bem gordo. Em 2 colheres de sopa encontramos 4,5 gramas de gordura. Como o preparo exige creme de leite e queijo, o prato fica cheio de ácidos graxos saturados. Uma bela macarronada ao sugo não guarda esse perigo. Nas mesmas 2 colheres de sopa, há somente 0,1 grama de gordura. “Apenas procure usar o molho de tomate feito em casa e evitar a manteiga no momento de refogá-lo”, orienta a nutricionista Ana Maria Lottenberg. E, se possível, opte pela massa integral.
16) Chocolate ao leite pelo amargo
O doce de cacau se notabilizou como um amigo do sistema circulatório. Mas não é todo chocolate que, de fato, prova sua amizade às nossas artérias. O tipo que merece respeito é o amargo. “Ele possui menos gorduras saturadas que o branco e a versão ao leite”, afirma a nutricionista Vanderlí Marchiori, colaboradora da Associação Paulista de Nutrição. “Sem falar que fornece catequinas, substâncias que ajudam a sequestrar o LDL e impedir sua oxidação”, diz. Mas fique atento ao rótulo: amargo de verdade tem mais de 60% de cacau em sua composição
17) Sal por ervas e alho
Está em suas mãos uma maneira de preservar os vasos sem deixar a comida ficar insossa: em vez de exagerar no sal, ingrediente que patrocina a hipertensão, use a imaginação e as ervas aromáticas, além de alho. “Ele tem compostos capazes de controlar o colesterol”, exemplifica Vanderlí. E ervas como o orégano e o alecrim merecem ser convidadas à cozinha por causa do seu poder de fogo contra a oxidação, um fenômeno que, você já sabe, não poupa o LDL, tornando-o ainda mais danoso para as artérias. Mas essa ação pode minguar quando os ingredientes são expostos a temperaturas elevadas. Procure acrescentá-los nos minutos finais do cozimento.
18) Frango com pele pelo frango sem pele
Muita gente pensa que basta despir uma coxa de frango assada no prato para se livrar de um boom de colesterol. Ledo engano. “Retirar a pele é, sim, fundamental, mas isso deve ser feito antes de levar a carne ao fogo”, esclarece a nutricionista Cláudia Marcílio, do Instituto Dante Pazzanese de Cardiologia, em São Paulo. “Quando submetidos ao calor, a gordura saturada e o colesterol da pele conseguem se dissolver e penetrar na carne”, justifica Ana Maria. Aí, será tarde…
19) Queijo pelo tofu
A intenção não é jogar mais pedras sobre o parmesão, o provolone e até o minas, mas abrir espaço ao tofu, que é feito de soja. Ele é uma preciosidade porque concentra o que o grão tem de melhor: proteínas e isoflavonas. “A proteína da soja aumenta a atividade de receptores que colocam o LDL para dentro das células e inibe a principal enzima responsável pela produção de colesterol”, explica a nutricionista Nágila Damasceno, da Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo. E as isoflavonas não só potencializam a queda do LDL como evitam sua oxidação.
20) Pipoca de micro-ondas pela de panela
Faz toda a diferença investir um tempo a mais para estourar o milho no fogão. “É uma forma de controlar a quantidade de gordura no preparo, porque no produto de micro-ondas ela já é fixa”, argumenta a doutora em ciência dos alimentos Maria Cristina Dias Paes, da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária, em Sete Lagoas , no interior de Minas Gerais. A versão que ganha na praticidade perde pontos porque carrega ácidos graxos saturados e trans. “Na panela, dá para usar um óleo mais saudável, como o de canola”, diz Cristina. Daí, você aproveita as fibras do milho, deixando seu colesterol em paz.
http://saude.abril.com.br/edicoes/0312/nutricao/vinte-trocas-inteligentes/passo20.shtml
Publicado por Suplemento em 17 Jun 2010 | sob: Suplementos
Bolsista da FAPESP é premiado em Congresso da Liga Brasileira de Epilepsia ao demonstrar os efeitos da interleucina 1-beta em ratos com epilepsia (imagem: Wikimedia)
Ação protetora
17/6/2010
Por Alex Sander Alcântara
Agência FAPESP – O doutorando Vinícius D’Ávila Bitencourt Pascoal recebeu o prêmio Aristides Leão durante o 33º Congresso da Liga Brasileira de Epilepsia, ocorrido em Brasília no início deste mês.
O trabalho, intitulado “A interleucina 1-beta mostra uma ação protetora na fase aguda do modelo de epilepsia induzido pela pilocarpina”, ficou em primeiro lugar na área de pesquisa básica.
O estudo, que será publicado no Journal of Epilepsy and Clinical Neurophysiology, é resultado de sua pesquisa de doutorado, que será defendida no próximo dia 23 na Faculdade de Ciências Médicas (FCM) da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).
O trabalho tem orientação de Iscia Teresinha Lopes Cendes, da FCM, e conta com Bolsa de Doutorado da FAPESP. Foi desenvolvido no âmbito do Programa de Cooperação Interinstitucional de Apoio a Pesquisas sobre Cérebro (CInAPCe) da FAPESP.
O estudo utilizou um modelo experimental para epilepsia induzida pela pilocarpina, substância extraída da planta Pilocarpus jaborandi que, em altas doses, provoca grande efeito excitatório no sistema nervoso central.
A epilepsia é um distúrbio neurológico crônico que atinge cerca de 2% da população em geral. As causas comuns são traumas durante o parto e tumores no sistema nervoso central.
“Trata-se de uma doença complexa com causas multifatoriais e ainda pouco conhecidas. Uma descarga neuronal atípica e descontrolada leva à crise”, disse Pascoal à Agência FAPESP.
Segundo ele, após esse efeito tóxico há elevada morte neural em algumas regiões cerebrais. Nessa fase entra em ação a interleucina 1-beta, substância pró-infamatória que age no sistema nervoso central contra traumas e processos patológicos.
“Ela age de forma a sanar o dano, mas, quando sua expressão é aumentada, estudos apontam uma possível ação neurotóxica. Ou seja, a interleucina 1-beta poderia levar a efeitos pró-convulsivantes”, disse.
De acordo com Pascoal, há muita discussão na literatura se o aumento da interleucina 1-beta, após esse efeito tóxico, ajudaria ou não na recuperação do sistema nervoso central em seguida a uma crise.
“Muitos trabalhos afirmam que, quanto mais interleucina for liberada, pior é o prognóstico em animais, mas nossos resultados demonstram o oposto”, disse.
Ao utilizar ferramentas da biologia molecular (interferência por RNA) nos testes realizados em ratos, o pesquisador demonstrou a ação da interleucina ao injetar um composto de substâncias com fragmentos de aminoácidos (peptídeos) para modular os genes envolvidos no processo inflamatório.
“Aumentamos a ação da interleucina em um grupo de animais ou diminuímos em outro grupo sua ação por meio do seu antagonista endógeno, que é uma proteína sintetizada para controlar esse mecanismo. Percebemos que, quando diminuímos a interleucina, os animais levaram menos tempo para ter as crises, ou seja, diferentemente de outros testes ela desempenhou um papel protetor inicial”, afirmou.
Segundo Pascoal, o modelo baseado na utilização da policarpina já é amplamente utilizado, mas se baseava na utilização de anticorpos (para promover um bloqueio mecânico dos genes estudados) ou em injeção exógena nos animais das proteínas de interleucina purificada.
“Mas, em ambos os casos, são necessárias cirurgias estereotáxicas para entrega dessas moléculas, o que em si já pode provocar uma inflamação e mascarar os resultados”, ressaltou.
Com a técnica de interferência por RNA os efeitos inespecíficos são menores. “Além disso, ao injetar um complexo de substâncias na veia caudal dos animais diminuímos os efeitos causados pelo procedimento cirúrgico”, disse.
Além dos resultados, um dos destaques da pesquisa foi ter conseguido uma padronização da técnica de interferência por RNA em modelos animais de epilepsia.
“Esse estudo poderá propiciar outros projetos para estudar não apenas a inflamação relacionada à perda neuronal, mas também a modulação de genes relacionados à excitabilidade neuronal”, disse.