Futebol
Publicado por Suplemento em 19 Set 2008 | sob: Sem Categoria, Esportes diversos, Futebol
Discuta sobre o seu time, dê dicas, reclame e faça daqui o seu estádio de futebol!
O futebol é o desporto coletivo mais praticado no mundo. É disputado num campo rectangular por duas equipas, de onze jogadores cada lado, que têm como objectivo colocar a bola dentro das balizas adversárias, o que é chamado de gol (Brasil) ou golo (Portugal) - ambos os termos derivam da palavra inglesa “goal”. Não é permitido o uso das mãos, excepto pelos guarda-redes e nas cobranças dos lançamentos laterais, (onde o jogador deve lançar a bola para dentro do campo com as duas mãos).
A meta ou baliza é um rectângulo formado por duas traves ou postes verticais, fincados no solo, uma trave oposta ao solo e uma faixa branca posicionada no relvado exactamente debaixo da trave. Ali fica posicionado o guarda-redes,o guarda-redes só pode usar as mãos dentro da sua área, defendendo o golo. Uma partida de futebol é vencida pela equipa que marcar um maior número de golos. O torneio mais prestigiado do futebol é o Campeonato do Mundo FIFA, os maiores vencedores são Brasil (1958, 1962, 1970, 1994, 2002), Itália (1934, 1938, 1982, 2006) e Alemanha (1954, 1974, 1990).
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Vasco volta a decepcionar e é derrotado pelo Olaria em Volta Redonda
20/03/10 - 21h35 - Atualizado em 21/03/10 - 00h57
Gigante da Colina não vence há três partidas e corre o risco de ser ultrapassado pelo América na segunda colocação do Grupo B da Taça Rio
GLOBOESPORTE.COM Volta Redonda (RJ)
O Vasco ainda não engrenou na temporada 2010. Com a derrota por 1 a 0 na tarde deste sábado, em Volta Redonda, para o Olaria, pelo Campeonato Carioca, o Gigante da Colina chegou ao seu terceiro jogo sem vitória. Foi a primeira vez em que um time grande caiu diante de um pequeno no Carioca 2010. Para piorar a situação, o time comandado por Vagner Mancini pode perder a segunda colocação no Grupo B da Taça Rio para o América que, neste domingo, vai enfrentar o Bangu, em Moça Bonita. Dois pontos separam as equipes (nove contra sete).
Além da sequência negativa em 2010, o Vasco perdeu a invencibilidade de 39 anos para o Olaria em partidas válidas pelo Campeonato Carioca. O último triunfo do rival havia acontecido em 1971. O resultado também marcou a vitória de ex-dirigentes da equipe de São Januário, que hoje comandam o futebol da Rua Bariri. Paulo Angioni (gerente de futebol), Paulo Reis (jurídico) e José Luiz Moreira já formaram a cúpula do futebol do Gigante da Colina.
A equipe da Rua Bariri chegou aos nove pontos e ocupa a sexta colocação no Grupo A da Taça Rio. Na próxima rodada, o Vasco vai receber o Americano, em São Januário. O Olaria pega o Macaé, no Estádio Godofredo Cruz, em Campos. As duas partidas estão marcadas para a próxima quarta-feira.
Após início promissor, Vasco volta a sofrer apagão e leva gol do Olaria
Os primeiros dez minutos do Vasco atenderam às orientações do técnico Vagner Mancini. Marcação no campo do adversário, jogadas pelas laterais, triangulações e saída rápida da defesa para o ataque. Nesse período, o time da Colina teve três chances claras de abrir o marcador. Na primeira, aos três, Elder Granja recebeu de Rafael Coelho dentro da área e, em vez de chutar, tentou o cruzamento. A zaga do Olaria aproveitou para afastar o perigo.
Os outros dois lances aconteceram aos seis e aos sete minutos de jogo. No primeiro, Philippe Coutinho rolou para Jéferson na entrada da área e o meia soltou a bomba. A bola passou rente à trave de Henrique. No lance seguinte, Paulinho aproveitou uma saída errada da defesa do Olaria e arriscou da intermediária. O arqueiro do time da Rua Bariri voltou a defender. E o Vasco parou por aí.
O Olaria acordou para o jogo, acertou a marcação e aproveitou a lentidão e os erros de passe do Vasco. Aos 12 minutos, o gol que definiu a partida. Após erro de passe de Philippe Coutinho no meio-campo, Aleílson puxou contra-ataque, passou por Fernando e rolou para Cacá, na marca do pênalti. Com Prass batido, o atacante só tocou para as redes para abrir o marcador.
Com o gol, os erros do Vasco e a impaciência do torcedor, presentes nos últimos jogos no Rio de Janeiro, reapareceram no Raulino de Oliveira. Recuado, o Olaria buscava os contra-ataques. E foi em um deles que quase ampliou. Aos 15, completamente sozinho, Aleíson recebeu pela esquerda, entrou na área e chutou em cima da zaga. Na sobra, Araruama arriscou de fora da área e Fernando Prass defendeu.
Sem poder de penetração, o Vasco tentava chegar ao empate em chutes de fora da área. Jéferson e Rafael Carioca tentaram arremates de longa distância aos 17 e 21 minutos, respectivamente. Todos com perigo ao gol de Henrique. Aos 30, Mancini perdeu a paciência com a equipe e sacou Gustavo, apostando na entrada de Souza. Sem a igualdade no marcador, os jogadores deixaram o campo vaiados.
Olaria tem gol anulado no segundo tempo e Souza é expulso no fim
Disposto a virar o placar, o treinador vascaíno retornou para a etapa final com a equipe um pouco mais ofensiva. Mancini tirou o volante Paulinho e colocou o atacante Geovane Maranhão. Porém, a impaciência atrapalhava a organização das jogadas de ataque. O time cruzmaltino tentava superar a defesa do Olaria alçando bolas na área. Em vão.
O primeiro lance de gol do Vasco aconteceu aos oito minutos. Geovane Maranhão cruzou da esquerda para Rafael Coelho. O atacante dominou na marca do pênalti de costas para o gol, girou sobre o zagueiro e chutou para ótima defesa de Henrique. Na sobra, Philippe Coutinho tentou marcar de cabeça, mas chegou empurrando o zagueiro do rival.
Aos 16, o Olaria teve a sua primeira chance no segundo tempo. Rafael cobrou falta da intermediária e o goleiro Fernando Prass agarrou com segurança no centro do gol. Quatro minutos depois, Dodô foi chamado por Mancini para entrar na vaga de Jéferson. Antes mesmo de ir ao campo, o artilheiro já era vaiado e hostilizado pelos torcedores.
Desorganizado, o Vasco pressionava, mas não conseguia levar perigo ao arqueiro Henrique. O Olaria perdeu uma ótima oportunidade de matar o jogo aos 31. Aleílson aproveitou falha de Gian, que tentou fazer a linha de impedimento, e recebeu lançamento na intermediária. Completamente sozinho, o atacante entrou na área e errou o chute ao tentar encobrir o goleiro Fernando Prass. A bola passou por cima do gol do Vasco.
Aos 42, em lance polêmico, o Olaria teve um gol anulado. Em um contra-ataque rápido, Cacá recebeu dentro da área e chutou em cima de Fernando Prass. O árbitro Antônio Frederico de Carvalho chegou a correr para o centro do campo, mas a bandeirinha Lilian da Silva Fernandes invalidou o lance. Irritado, o técnico Dé deixou o gramado reclamando da marcação.
- Eu me recuso a ficar nessa palhaçada - protestou.
Souza ainda foi expulso nos acréscimo ao dar um pontapé em Cacá. No fim do jogo, os torcedores hostilizaram os jogadores, Mancini e o presidente Roberto Dinamite, que estava presente ao Raulino de Oliveira.
Ficha técnica:
OLARIA 1 x 0 VASCO
Henrique, Ivan, Vanderson, Rafael e Amarildo; David, Romário, Araruama e Waldir; Aleílson (Assumpção) e Cacá. Fernando Prass, Gustavo (Souza), Fernando e Gian; Elder Granja, Rafael Carioca, Paulinho (Geovane Maranhão), Jéferson (Dodô)e Márcio Careca; Philippe Coutinho e Rafael Coelho.
Técnico: Dé. Técnico: Vagner Mancini.
Gols: Cacá, aos 12 minutos do primeiro tempo.
Cartões amarelos: Romário, Amarildo (Olaria); Coutinho, Geovane Maranhã, Gustavo, Gian, Fernando (Vasco). Cartão vermelho: Souza
Estádio: Raulino de Oliveira (RJ). Data:20/03/2010. Árbitro: Antônio Frederico de Carvalho Schneider (RJ). Auxiliares: Lilian da Silva Fernandes Bruno (RJ) e Andréa Izaura Maffra Marcelino de Sá (RJ).
Antônio Carlos tem uma semana para afastar o ‘fantasma’ do Palestra Itália
21/03/10 - 08h35 - Atualizado em 21/03/10 - 08h35
Treinador acha que obrigação de ganhar em casa desestabiliza equipe
A derrota por 2 a 0 para a Ponte Preta , no último sábado, no Palestra Itália (assista aos principais lances), deixou o Palmeiras em situação muito difícil para conseguir a classificação para a fase final do Paulista . E, de quebra, aumentou o número de resultados ruins da equipe em casa. Nesta temporada, o Verdão acumulou três resultados negativos no Palestra Itália, além de quatro vitórias e dois empates. Agora, o técnico Antônio Carlos Zago tem uma semana para fazer o time voltar a sorrir em seu palco. No próximo sábado, o Alviverde recebe o Mirassol com a missão de afastar este fantasma da pressão no Palestra.
- Qualquer jogador, quando está em um time grande, tem que pensar em títulos, e aqui não é diferente. O Palmeiras não é campeão desde 2008, quando ganhou o Paulista. O Palestra é a nossa casa e aqui temos que fazer nosso trabalho. Isso vai mudar e vamos passar a vencer. Não podemos colocar na cabeça que o Palestra é um fantasma. Vamos conversar sobre isso para buscar uma vitória no próximo fim de semana - ressaltou o treinador.
O Verdão pressionou a Ponte Preta durante a maior parte do jogo, mas não conseguiu transformar as chances criadas em gols. Acabou sofrendo um gol de Diego, em um lance de bola parada, e pouco depois levou o segundo, com Finazzi. Só não tomou o terceiro porque Marcos defendeu o pênalti do atacante da Macaca. Zago acha que a pressão de ter que vencer em casa pode desestabilizar a equipe nas partidas no Palestra.
- Se algum jogador não quiser jogar no Palestra é porque não pode jogar no Palmeiras. A derrota nos desestabilizou um pouco porque vínhamos de uma excelente sequência de jogos (três vitórias). É preciso manter a tranquilidade nos momentos difíceis. Talvez a obrigação de ganhar no Palestra, imposta por torcida e imprensa, possa deixar o time um pouco nervoso. Mas temos que trabalhar isso para recuperar a calma durante o jogo - explicou o comandante.
Para Marcos, o Palmeiras não soube aproveitar o apoio da torcida na partida contra a Ponte. Mas garantiu que se pudesse, escolheria jogar no Palestra sempre, sem medo de pressão ou fantasma.
- Gosto de jogar em casa, pois quando o time se aproveita do Palestra, ele se torna um caldeirão, mas não foi o que aconteceu desta vez. Pedimos, o torcedor veio, e não adiantou nada - lamentou o goleiro.
Antônio Carlos tem uma semana para afastar o ‘fantasma’ do Palestra Itália
21/03/10 - 08h35 - Atualizado em 21/03/10 - 08h35
Treinador acha que obrigação de ganhar em casa desestabiliza equipe
A derrota por 2 a 0 para a Ponte Preta , no último sábado, no Palestra Itália (assista aos principais lances), deixou o Palmeiras em situação muito difícil para conseguir a classificação para a fase final do Paulista . E, de quebra, aumentou o número de resultados ruins da equipe em casa. Nesta temporada, o Verdão acumulou três resultados negativos no Palestra Itália, além de quatro vitórias e dois empates. Agora, o técnico Antônio Carlos Zago tem uma semana para fazer o time voltar a sorrir em seu palco. No próximo sábado, o Alviverde recebe o Mirassol com a missão de afastar este fantasma da pressão no Palestra.
- Qualquer jogador, quando está em um time grande, tem que pensar em títulos, e aqui não é diferente. O Palmeiras não é campeão desde 2008, quando ganhou o Paulista. O Palestra é a nossa casa e aqui temos que fazer nosso trabalho. Isso vai mudar e vamos passar a vencer. Não podemos colocar na cabeça que o Palestra é um fantasma. Vamos conversar sobre isso para buscar uma vitória no próximo fim de semana - ressaltou o treinador.
O Verdão pressionou a Ponte Preta durante a maior parte do jogo, mas não conseguiu transformar as chances criadas em gols. Acabou sofrendo um gol de Diego, em um lance de bola parada, e pouco depois levou o segundo, com Finazzi. Só não tomou o terceiro porque Marcos defendeu o pênalti do atacante da Macaca. Zago acha que a pressão de ter que vencer em casa pode desestabilizar a equipe nas partidas no Palestra.
- Se algum jogador não quiser jogar no Palestra é porque não pode jogar no Palmeiras. A derrota nos desestabilizou um pouco porque vínhamos de uma excelente sequência de jogos (três vitórias). É preciso manter a tranquilidade nos momentos difíceis. Talvez a obrigação de ganhar no Palestra, imposta por torcida e imprensa, possa deixar o time um pouco nervoso. Mas temos que trabalhar isso para recuperar a calma durante o jogo - explicou o comandante.
Para Marcos, o Palmeiras não soube aproveitar o apoio da torcida na partida contra a Ponte. Mas garantiu que se pudesse, escolheria jogar no Palestra sempre, sem medo de pressão ou fantasma.
- Gosto de jogar em casa, pois quando o time se aproveita do Palestra, ele se torna um caldeirão, mas não foi o que aconteceu desta vez. Pedimos, o torcedor veio, e não adiantou nada - lamentou o goleiro.
Hino do Palmeiras:
Quando surge o alviverde imponente
No gramado em que a luta o aguarda,
Sabe bem o que vem pela frente.
Que a dureza do prélio não tarda!
E o Palmeiras no ardor da partida,
Transformando a lealdade em padrão.
Sabe sempre levar de vencida
E mostrar que, de fato, é campeão!
Defesa que ninguém passa.
Linha atacante de raça.
Torcida que canta e vibra!!!
Defesa que ninguém passa.
Linha atacante de raça.
Torcida que canta e vibra
Por nosso alviverde inteiro,
Que sabe ser brasileiro,
Ostentando a sua fibra!
Hino do São Paulo:
Salve o tricolor paulista,
Amado clube brasileiro.
Tu és forte, tu és grande.
Dentre os grandes és o primeiro!
Tu és forte, tu és grande.
Dentre os grandes és o primeiro!
Ó tricolor,
Clube bem amado.
As tuas glórias
Vêm do passado!!!
Ó tricolor,
Clube bem amado.
As tuas glórias
Vêm do passado!!!
São teus guias brasileiros
Que te amam eternamente.
De são paulo tens o nome,
Que ostentas dignamente!
De são paulo tens o nome,
Que ostentas dignamente!
Ó tricolor,
Clube bem amado.
As tuas glórias
Vêm do passado!!!
Ó tricolor,
Clube bem amado.
As tuas glórias
Vêm do passado!!!
Tuas cores gloriosas
Despertam um amor febril
Pela terra bandeirantes
Honra e glória do brasil
Pela terra bandeirante
Honra e glória do brasil
Ó tricolor
Clube bem amado
As tuas glórias
Vêm do passado
Ó tricolor
Clube bem amado
As tuas glórias
Vêm do passado
Trazes glórias luminosas
Do paulista imortal
Da floresta também trazes
Um brilho tradicional
Da floresta também trazes
Um brilho tradicional
Ó tricolor
Clube bem amado
As tuas glórias
Vêm do passado
Ó tricolor
Clube bem amado
As tuas glórias
Vêm do passado
São paulo clube querido
Tu tens o nosso amor
Teu nome e as tuas glórias
Tem honra e resplendor
Teu nome e as tuas glórias
Tem honra e resplendor
Ó tricolor
Clube bem amado
As tuas glórias
Vêm do passado
Ó tricolor
Clube bem amado
As tuas glórias
Vêm do passado
Hino Oficial Do Santos Futebol Clube
Hinos de Futebol
Composição: Carlos Henrique Roma Em Julho De 1957
Sou alvinegro da Vila Belmiro
O Santos vive no meu coração
É o motivo de todo o meu riso
De minhas lágrimas e emoção
Sua bandeira no mastro é a história
De um passado e um presente só de glórias
Nascer, viver e no Santos morrer
É um orgulho que nem todos podem ter
No Santos pratica-se o esporte
Com dignidade e com fervor
Seja qual for a sua sorte
De vencido ou vencedor
Com técnica e disciplina
Dando o sangue com amor
Pela bandeira que ensina
Lutar com fé e com ardor
Hino Oficial Do Sport Club Corinthians Paulista
Gaviões Da Fiel
Salve o Corinthians,
O campeão dos campeões,
Eternamente dentro dos nossos corações
Salve o Corinthians de tradições e glórias mil
Tu és orgulho
Dos esportistas do Brasil
Teu passado é uma bandeira,
Teu presente, uma lição
Figuras entre os primeiros
Do nosso esporte bretão
Corinthians grande,
Sempre Altaneiro,
És do Brasil
O clube mais brasileiro
Hino Do Clube De Regatas Flamengo
Flamengo
Composição: Lamartine Babo
Uma vez flamengo,
Sempre flamengo.
Flamengo sempre, eu hei de ser.
É meu maior prazer vê-lo brilhar,
Seja na terra, seja no mar.
Vencer, vencer, vencer!
Uma vez flamengo,
Flamengo até, morrer!
Na regata, ele me mata,
Me maltrata, me arrebata.
Que emoção no coração!
Consagrado no gramado;
Sempre amado;
O mais cotado nos fla-flus é o ‘ai, jesus!’
Eu teria um desgosto profundo,
Se faltasse o flamengo no mundo.
Ele vibra, ele é fibra,
Muita libra já pesou.
Flamengo até morrer eu sou!
Hino do Fluminense
Lamartine Babo
Composição: Lamartine Babo
Sou tricolor de coração.
Sou do clube tantas vezes campeão.
Fascina pela sua disciplina,
O fluminense me domina.
Eu tenho amor ao tricolor!
Salve o querido pavilhão,
Das três cores que traduzem tradição:
A paz, a esperança e o vigor.
Unido e forte pelo esporte,
Eu sou é tricolor!
Vence o fluminense
Com o verde da esperança,
Pois quem espera sempre alcança.
Clube que orgulha o brasil,
Retumbante de glórias e vitórias mil!
Sou tricolor de coração.
Sou do clube tantas vezes campeão.
Fascina pela sua disciplina,
O fluminense me domina.
Eu tenho amor ao tricolor!
Salve o querido pavilhão,
Das três cores que traduzem tradição:
A paz, a esperança e o vigor.
Unido e forte pelo esporte,
Eu sou é tricolor!
Vence o fluminense
Com sangue do encarnado,
Com amor e com vigor.
Faz a torcida querida
Vibrar com a emoção do tricampeão!
Vence o fluminense,
Usando a fidalguia.
Branco é paz e harmonia.
Brilha com o sol da manhã,
Qual luz de um refletor.
Salve o tricolor!!!
Hino do Botafogo
Lamartine Babo
Composição: Lamartine Babo
Botafogo, Botafogo,
campeão desde 1910
És herói em cada jogo,
Botafogo, por isso que tu és
e hás de ser nosso imenso prazer
Tradições aos milhões tens também
Tu és o glorioso,
não podes perder,
perder para ninguém!
Em outros esportes,
tua fibra está presente,
honrando as cores do Brasil e da nossa gente
Na estrada dos louros, um facho de luz
Tua estrela solitária te conduz!
Hino Oficial Do Grêmio FBPA
Hinos de Futebol
Composição: Lupicínio Rodrigues
Até a pé nós iremos
Para o que der e vier
Mas o certo e que nós estaremos
Com o Grêmio onde o Grêmio estiver
Até a pé nós iremos
Para o que der e vier
Mas o certo e que nós estaremos
Com o Grêmio onde o Grêmio estiver
50 anos de glória
Tens imortal tricolor
Os feitos da tua história
Canta o Rio Grande com amor
Até a pé nós iremos
Para o que der e vier
Mas o certo e que nós estaremos
Com o Grêmio onde o Grêmio estiver
Nós como bons torcedores
Sem hesitarmos sequer
Aplaudiremos o Grêmio
Aonde o Grêmio estiver
Até a pé nós iremos
Para o que der e vier
Mas o certo e que nós estaremos
Com o Grêmio onde o Grêmio estiver
Lara o craque imortal
Soube seu nome elevar
Hoje com o mesmo ideal
Nós saberemos te honrar
Até a pé nós iremos
Para o que der e vier
Mas o certo e que nós estaremos
Com o Grêmio onde o Grêmio estiver
Hino do Cruzeiro
Skank
Composição: Jair Ambrósio
Existe um grande clube na cidade,
Que mora dentro do meu coração.
E eu vivo cheio de vaidade,
Pois na realidade é um grande campeão.
Nos gramados de Minas Gerais,
Temos páginas heróicas e imortais,
Cruzeiro, Cruzeiro querido,
tão combatido, jamais vencido.
Existe um grande clube na cidade,
Que mora dentro do meu coração.
E eu vivo cheio de vaidade,
Pois na realidade é um grande campeão.
Nos gramados de Minas Gerais,
Temos páginas heróicas e imortais,
Cruzeiro, Cruzeiro querido,
Tão combatido jamais vencido
ADAP (Associação Desportiva Atlética do Paraná)
Hinos de Futebol
Todo centro-oeste tem seu time
Bom pro futebol do Paraná
Nós chamamos a ADAP
Que relembra nossas glórias
De um passado em que brilhamos
Que guardamos na memória
A ADAP vem chegando
Pra ficar em nossa história
ADAAAAP
ADAAAAP
ADAAAAP
ADAAAAP
Eu sou da ADAP
Com muito orgulho
Com muito amôôôôôor
Eu sou da ADAP
Com muito orgulho
Com muito amôôôôôor
ADAAAAP
ADAAAAP
ADAAAAP
ADAAAAP
Todo centro-oeste tem seu time
Ele é o nosso orgulho
Nós chamamos a ADAP
Que relembra nossas glórias
De um passado em que brilhamos
Que guardamos na memória
A ADAP vem chegando
Pra ficar em nossa história
ADAAAAP
ADAAAAP
ADAAAAP
ADAAAAP
Eu sou da ADAP
Com muito orgulho
Com muito amôôôôôor
Eu sou da ADAP
Com muito orgulho
Com muito amôôôôôor
ADAAAAP
ADAAAAP
ADAAAAP
ADAAAAP
Coro: Timão eô … Leão eô … Timão eô … Leão eô …
Associação Desportiva São Caetano
Hinos de Futebol
Num dia quatro de dezembro aconteceu
Aquele fato que marcou a nossa história
Foi nessa data que pujante ele nasceu
Um clube já predestinado para a glória
Com disciplina e respeitando seus rivais
Parte pra luta para ser o “Campeão”
Leva a torcida… para o delírio
Alegra o meu coração
São Caetano… vamos pra vitória
Nosso objetivo é só o gol… “Gol!”
Marque pra sempre fique na memória
Mostre ao povo o que é futebol
São Caetano… brilhe a sua luz
Se perpetuará na imensidão
Honre a cidade que te batizou
Ostenta ao alto seu pendão.
Atlético Mineiro (Primeiro Hino)
Hinos de Futebol
O Atlético em valentes combates,
Sai dos campos coberto de glórias,
É na luta, nos grandes embates,
Que ele tem conquistado vitórias.
Alvinegro pendão de vitórias,
A cidade te aplaude altaneira,
Cada dia que passa mais glórias,
Vem pousar sobre a nobre bandeira.
Se a cidade o proclama altaneira,
É que o povo lhe rende justiça,
Se entre palmas desfralda a bandeira,
Entre louros a tira da liça.
Alvinegro pendão de vitórias,
A cidade te aplaude altaneira,
Cada dia que passa mais glórias,
Vem pousar sobre a nobre bandeira.
É o querido dos fados,
Da sorte não encontramos nos campos rival,
A toda gente o proclama mais forte,
O mais nobre o mais bravo e leal.
Alvinegro pendão de vitórias,
A cidade te aplaude altaneira,
Cada dia que passa mais glórias,
Vem pousar sobre a nobre bandeira.
Clube Atlético Bragantino
Hinos de Futebol
Braga é campeão
É o alvinegro em ação
Bragança toda se inflama
Massa Bruta, campeão
Na força de uma raça
Na luta já vencida
Ergamos sempre uma taça
Avante, fiel torcida
Bragantino, o melhor
Primeiro em emoção
No campo é o maior
Arrebenta coração
Defesa bem guardada
A arte dentro do campo
Velocidade no ataque
E a bola entrando no canto
Olê, olê, olê, olá
A massa Bruta só joga pra ganhar
Vamos lá, rapaz
Vamos lá, menino
Venham, vamos todos
Futebol é Bragantino.
Hino Oficial Do Sport Club Internacional
Hinos de Futebol
Composição: Nélson Silva
Glória do desporto nacional
Oh, Internacional
Que eu vivo a exaltar
Levas a plagas distantes
Feitos relevantes
Vives a brilhar
Correm os anos, surge o amanhã
Radioso de luz, varonil
Segue a tua senda de vitórias
Colorado das glórias
Orgulho do Brasil
É teu passado alvi-rubro
Motivo de festas em nossos corações
O teu presente diz tudo
Trazendo à torcida alegres emoções
Colorado de ases celeiro
Teus astros cintilam num céu sempre azul
Vibra o Brasil inteiro
Com o clube do povo do Rio Grande do Sul
Hino Oficial Do Esporte Clube Vitória
Hinos de Futebol
Eu sou Leão da Barra Tradição
Eu sou vermelho e preto
Eu sou paixão
Pelos campos do Brasil
Nosso grito já se ouviu …
Eu sou um nome na história Eu sou Vitória com emoção
Eu sou um grito de glória
Eu sou Vitória de coração Vitória!! Vitória!!
Nome: Clube Atlético Mineiro
Fundação:25 de março de 1908
Endereço:Av. Olegário Maciel, 1516 - Lourdes
Belo Horizonte/MG CEP: 30180-111
Estádio:
Capacidade:0.000 pessoas
Site Oficial: www.atletico.com.br
Titulos da Categoria Principal
Copa Conmebol 1992 e 1997
Campeonato Brasileiro 1971
Brasileiro Série B 2006
Torneio Nacional de Clubes 1937 (FBF - Federação Brasileira de Futebol)
Torneio dos Campeões do Brasil 1978
Taça Brasil do Sudeste 1959
Taça Brasil Sudoeste/Central 1964
Taça Brasil Central 1963, 1964, 1967
Campeonato Mineiro 1915, 1926, 1927, 1931, 1932, 1936, 1938, 1939, 1941, 1942 (invicto), 1946, 1947, 1949, 1950, 1952, 1953, 1954, 1955, 1956, 1958, 1962, 1963, 1970, 1976, 1978, 1979, 1980, 1981, 1982, 1983, 1985, 1986, 1988, 1989, 1991, 1995, 1999, 2000 e 2007
Camp. Mineiro de 2° Quadros 1928, 1931, 1932, 1939, 1947, 1949, 1950 e 1954
Taça Minas Gerais 1975, 1976, 1979, 1986, 1987 (*)
Taça Belo Horizonte 1970, 1971, 1972
Torneio Inicio do Mineiro 1928, 1931, 1932, 1939, 1947, 1949, 1950, 1954
Torneio Relâmpago 1943
Torneios Internacionais
Taça Belo Horizonte
Taça Geraldo Vasconcellos
Torneio de Inverno/ALE
Taça Supporters Allez Stade a Belo Horizonte (Paris/FRA)
Triangular de Belo Horizonte
Torneio João Havelange (MG)
Torneio de León (Mexico)….
Torneio Conde de Fenosa/ESP
Torneio de Vigo (ESP)
Torneio Costa del Sol (ESP)
Torneio de Paris (FRA)
Torneio de Bilbao (ESP)
Torneio de Berna (Suiça)
Torneio de Amsterdam (HOL)
Torneio de Cadiz (ESP)
Ramón de Carranza/ESP
Centenário de Belo Horizonte
Taça Millenium (EUA)
Three Continent`s Cup
1929 (1° T. Internacional de Minas Gerais)
1947
1950
1950
1966
1966
1972
1976
1977
1980
1982
1982
1983
1984
1990
1990
1997
1999
1999
Torneios Nacionais
Troféu Arthur Friendereich
Taça Oliveira da Costa
Taça Aníbal Benévulo
Taça Bueno Brandão
Taça Souza Cruz
Taça Clube Belo Horizonte
Torneio Imprensa
Taça Concórdia
Taça XII de Outubro
Taça Triângulo- Minas Gerais
Copa Cinquentenário-BH/MG
Taça Superba
Torneio Quadrangular JK
Quadrangular B. Horizonte/MG
Quadrangular de Franca
Torneio do Trabalhador
Taça Bias Fortes
Copa Belo Horizonte
Copa Jorge Carone
Taça Inconfidência
Taça Cidade de Goiânia/GO
T. Gil César Moreira de Abreu
Taça Independência
Taça do Trabalho
Torneio Gov. Aureliano Chaves
Taça Tancredo Neves
Taça Brasilia 21 anos
Taça 40 Anos do Sindicato dos Jornalistas
Taça do Governo
Trofeu Jorge Hammer
Taça Gov. Itamar Franco
T. de São José dos Campos
Torneio de Goiânia
Torneio do Grandes de MG
Taça Clássico dos 200 anos
1933
1941
1942
1914
1919
1919
1921
1922
1925
1927
1947
1947
1951
1955
1956
1957
1957
1959
1963
1970
1970
1970
1970 (em jogo do camp. mineiro)
1972
1977
1983
1981
1985 (em jogo válido pelo camp. mineiro)
1998
1999
1999
1970
1970
1974
2008 (**)
Categoria Principal || Categorias de Base
(*) A Taça Minas Gerais de 1987 foi registrado como o 1° turno do campeonato mineiro
(**) A FMF, colocou esta taça em disputa no Campeonato Mineiro de 2008 em uma rodada em que se encontrava o Atlético e o Villa Nova, devido aos dois clubes comemorar 100 anos.
Fonte das informações: Pesquisas realizadas por Carlos Eduardo
Colaboração de Thiago Zoroastro e Arquivo Campeões do Futebol
Página atualizada em 29/Agosto/2008, e revisada por Carlos Eduardo, em 03 de setembro de 2008.
História
FUNDAÇÃO
O Athlético Mineiro Football Club foi fundado em uma reunião na arquibancada do Parque Municipal por um grupo de 22 garotos com média de idade de 13 anos. Liderados por Margival Mendes Leal, o Vate, em 25 de março de 1908, os meninos puderam formar, finalmente, o time de futebol. O clube realiza sua primeira partida a 21 de março de 1909 - uma vitória de 3 x 0 sobre o Sport Club Futebol. Em 1910 arranjaram um campo bom para treinar. Pertencera ao Sport e ficava na Avenida Paraopeba, onde hoje é o Minascentro. No dia 25 de março de 1913, passa a chamar-se Clube Atlético Mineiro. Somente em 1914 houve um torneio em Minas, a Taça Bueno Brandão que foi disputada entre Atlético, América e Yale. O Atlético fez dois jogos contra cada time e um com um combinado dos dois, ganhou 4, empatou uma partida, fez 8 gols e sofreu 1. O Clube também conquistou o primeiro título mineiro em 1915.
Primeiro distintivoO primeiro escudo do Atlético é utilizado desde 1922 (ao lado). Em 1923, o escudo redondo com as letras CAM inscritas foi trocado pelo escudo atual.
Em 1929 o Clube Atlético Mineiro inaugura o estádio Presidente Antônio Carlos vencendo o Corinthians por 4x2.
Em 1937 o Atlético conquista o II Torneio Nacional de Clubes, superando os campeões de São Paulo (Portuguesa), do Espírito Santo (Rio Branco) e do Rio de Janeiro (Fluminense). Em 1950 realiza uma pioneira excursão pela Europa e seu sucesso - 10 jogos, 6 vitórias, 2 empates, 2 derrotas - rende-lhe o título de ” Campeão do Gelo”, que é citado no hino do clube. Em 1954 o Atlético realiza um sonho que havia sido frustrado 6 vezes. Conquista um tricampeonato mineiro, depois estendido até o pentacampeonato em 1956. Em 1969 o Atlético vence a seleção brasileira por 2 x 1 no Mineirão, gols de Dario e Amauri (Pelé descontou para o Brasil), convertendo-se no último clube de futebol do mundo a derrotar o Brasil.
Em 1971 o Atlético sagra-se campeão do primeiro campeonato brasileiro de futebol. Em meados da década revela a geração de craques - como Reinaldo e Toninho Cerezzo - que levariam o clube aos vice-campeonatos nacionais de 1977 e 1980, ao hexacampeonato mineiro de 1978-1983 e a uma série de conquistas em torneios da Europa. Na década de 1990 o Galo conquistaria por duas vezes a Copa Conmebol, em 1992 e 1997.
Antes da conquista do Brasileiro da Série B de 2006, o último título do Galo foi o Mineiro de 2000. Desde a posse de Ricardo Guimarães, em 2001, o time passava por uma maré de azar, tendo perdido todos os mineiros, e sendo eliminado por diversas “zebras” na Copa do Brasil (Brasiliense em 2001, Santo André em 2004, Ceará em 2005) e tendo passado o brasileiro de 2004 fugindo do rebaixamento. Rebaixado em 2005, retornou a elite do futebol brasileiro com a conquista de 2005 - feito este que acabou por eternizar a camisa 12 do clube - ninguém mais vai usá-la, pois pertence a sua torcida.
Curiosidades
» O Atlético já ganhou vaga em sorteio. Foi nas quartas-de-final da Taça Brasil de 1967. Depois de ter perdido por 3 a 2 no Maracanã e vencido no Mineirão por 1 a 0, foi marcado um jogo desempate no mesmo Mineirão - só que ficaram no 0 a 0 no tempo normal e 1 a 1 na prorrogação. O jeito foi usar do “sorteio” para ver quem ficaria com a vaga. Deu Atlético.
» O primeiro jogador a fazer gol pelo clube foi Anibal Machado, em 21 de março de 1909, na vitória de 3 x 0 sobre o Sport Club Futebol, que foi também a primeira partida do Galo.
» A maior goleada do clássico entre Atletico e Cruzeiro (o maior das Minas Gerais) aconteceu em 27 de novembro de 1927. Galo 9 x 2 Raposa.
O Craque Reinaldo
» Por doze anos, ele foi o soberano do Mineirão. Reinaldo ficou consagrado por sua genialidade, seus dribles desconcertantes e sua vocação para o gol. Conseguiu levar o Atlético-MG a sete títulos mineiros em oito anos (1976, 78, 79, 80, 81, 82 e 83), sendo artilheiro do time e do campeonato inúmeras vezes. Em 1977, Reinaldo estabeleceu um recorde que só foi batido 20 anos depois: o de artilheiro do Campeonato Brasileiro com 28 gols em apenas 25 partidas disputadas. Pelo Atlético-MG, o “Rei” - como era chamado pela massa atleticana - marcou 288 gols em 475 partidas. Reinaldo abandonou os campos em decorrência das contusões que o perseguiam, frutos da violência com que era marcado pelos adversários.
Pesquisas realizadas por Sidney Barbosa da Silva, Thiago Zoroastro e Carlos Eduardo
Página adicionada em 07/Fevereiro/2006 e atualizada em 18/Março/2008.
Botafogo de Futebol e Regatas
Fundado em 12 de agosto de 1904
Endereço: Av. Venceslau Brás, 72
Botafogo - Rio de Janeiro/RJ
Estádio: Olímpico João Havelange (45.000 pessoas)
Site oficial: www.bfr.com.br
História do Glorioso - Parte I
Campeão desde 1907
O Botafogo de Futebol e Regatas é o resultado da fusão ocorrida em 8 de dezembro de 1942 entre o Botafogo Football Club e o Club de Regatas Botafogo.
Botafogo Foot Ball Club de 1904
O Botafogo Football Club nasceu de um sonho dos meninos do Largo dos Leões que, em 12 de agosto de 1904, fundaram um clube para a prática do futebol. Electro Club foi o primeiro nome, logo alterado para Botafogo, em 18-09-1904, em homenagem ao bairro. O primeiro título veio em 1907 e a denominação de Glorioso surgiu com a grande conquista do Campeonato de 1910 sobre o Fluminense. Até o ano da fusão, o Botafogo F. C. percorreu uma trajetória de glórias e conquistou oito campeonatos cariocas. Além do campeonato de 1907 e 1910, venceu em 1912, 30, 32, 33, 34 e 35 (tetracampeão do Rio), conquistou também o Torneio Interestadual em 1931, contra o Corinthians, este tricampeão paulista, o Torneio Início em 1934 e 1938. O Glorioso disputou de 1904 a 1942: 900 jogos; 492 vitórias; 146 empates; 262 derrotas; 2.505 gols pró; 1.671 gols contra. Maiores artilheiros: 1° - Carlos Antônio Dobbert de Carvalho Leite com 273 gols em 326 jogos; 2° - Nilo Murtinho Braga com 196 gols em 223 jogos. Obs: computando inclusive os jogos do Torneio Início.
Clube de Regatas Botafogo de 1894O Club de Regatas Botafogo, fundado em 1° de julho de 1894, viveu suas glórias no esporte amador, principalmente no remo. Era conhecido como o Club da Estrela Solitária, em virtude de sua bandeira ostentar o símbolo que hoje é a sua marca registrada. Sua primeira grande conquista foi o Campeonato do Rio de Janeiro de Remo, em 1899, o que faz do Botafogo um clube campeão de três séculos. É o mais antigo clube multiesportivo do Brasil. Até a fusão, o C. R. Botafogo sempre se destacou nos esportes náuticos, e sua última conquista foi o Campeonato Carioca de Pólo Aquático de 1942.
Botafogo de Futebol e Regatas de 1942Em 8 de dezembro de 1942 houve a fusão entre os dois Botafogos, que estavam localizados no mesmo bairro, possuíam as mesmas cores, muitos sócios e torcedores em comum e a mesma existência vitoriosa.
O Botafogo conquistou, em seus mais de cem anos de existência, mais de mil títulos em vinte modalidades esportivas em nível municipal, estadual, nacional, sul-americano, pan-americano, olímpico e mundial. Seus maiores ídolos no futebol foram os inigualáveis Nílton Santos e Garrincha, dois dos maiores jogadores do século. É incomparável sua contribuição à Seleção Brasileira, bastando recordar Didi, Amarildo, Zagallo, Jairzinho, Roberto Miranda, Paulo Cézar Lima, além de Lídio Toledo (médico), Paulo Amaral, Admildo Chirol (ambos preparadores físicos) e Rogério (ponta-direita que passou a olheiro devido a sua contusão). A conquista dos campeonatos mundiais de 1958, 62 e 70 deve-se fundamentalmente ao Glorioso. O Botafogo é o clube que mais forneceu jogadores a Seleção Brasileira em Copas do Mundo em todos os tempos.
O primeiro amistoso do Botafogo Football Club, ocorreu no dia 2 de outubro de 1904, contra o Football and Athletic Club, na Tijuca: 3 x 0 para o adversário.
Ficha da Partida Histórica: Botafogo 0 x 3 Football and Athletic Club
Data: 02 / outubro / 1904
Local: Rua Campos Salles com Haddock Lobo
Árbitro: Mário Bessa (Fluminense F. C.)
Competição: Amistoso (realizado às 15 horas, com tempo chuvoso)
Botafogo F. C. - Flávio Ramos, Victor Faria e João Leal; Basílio Vianna, Octávio Werneck e Adhemaro de Lamare; Norman Hime, Ithamar Tavares, Álvaro Soares, Ricardo Rego e Carlos Bittencourt.
F. Athletic C. - Nascimento, Luiz Maia e Hildebrando Paranhos; Leite, Oscar Fagundes e Alvarenga I; Pereira, Aurélio Silva, Kock, Alvarenga II e Barbosa.
Gols: Não disponíveis, 1° tempo: Athletic 1 a 0; Final: Athletic 3 a 0.
Obs: 1) O Botafogo sofreu dois gols de pênalti; 2) Em 04 de junho de 1905, enfrentariam-se novamente, com vitória do Botafogo por 2 a 1, gols de Flávio Ramos e Luiz Pederneiras para o alvinegro, que alinhou: Álvaro Werneck, João Leal e Octávio Werneck; Adhemaro de Lamare, Pereira da Cunha e Luiz Pederneiras; Norman Hime, Eduardo Pederneiras, Flávio Ramos, Arthur César e Emmanuel Sodré. Nos 15 minutos finais Arthur César (Tutú) foi para a meta.
Fontes: Gazeta de Notícias (outubro de 1904), JB, JC e O Paiz (agosto de 1923).
Assim nascia o Botafogo Football Club, que depois de trinta e oito anos de existência uniu-se a outro Botafogo, o de Regatas, dando início ao Botafogo de Futebol e Regatas.
Obs: Em 1916, Álvaro Cordeiro da Rocha Werneck alterou seu nome, passando a se chamar somente Álvaro Werneck, segundo contatos com Álvaro de Frontin Werneck (filho de Álvaro Werneck).
História - Parte II
Primeiros Passos
O Botafogo fora fundado em 1904 e não havia ganho uma única taça quando a primeira de muitas crises emerge, apenas um ano depois da fundação.
Flávio Ramos e o jogador Victor Faria, capitão da equipe, desentenderam-se, a confusão alastrou, o presidente Alfredo Guedes de Mello e o vice-presidente Itamar Tavares demitem-se e criam o Internacional, clube que durou cerca de vinte anos apenas.
Em 1927 Flávio Ramos conta assim o ocorrido em entrevista a “O Sport”: “O Botafogo foi fundado por um grupo de moços de 14 anos (em média) e precisava para dirigir os seus primeiros passos, de uma cabeça pensante. Arranjamos para isso uma boa ama: Alfredo Chaves. Número 1 do quadro de beneméritos, foi um grande baluarte do nosso glorioso clube. Pode-se mesmo dizer que a êle deve o Botafogo sua existência hoje. Foi o braço do nosso saudoso Alfredo, que nos defendeu do golpe de morte que um grupo de sócios dissidentes procurou dar com a fundação de um outro grêmio - o Internacional.” (Castro, 1951: 15-16)
Waldemar Pereira da Cunha assume a presidência do Botafogo e, entretanto, o clube passa a ter campo num pequeno terreno na Rua Conde de Irajá, cedido pela família Werneck e sob um aluguel simbólico. Parece que o acontecimento foi precipitado por um chute “maluco” de Raul Maranhão “que destroçara, com incrível estrondo, a clarabóia da casa dos Figueiredo.” (Castro, 1951: 16)
Foi no “campinho” da Conde de Irajá que a bandeira alvinegra se elevou e flutuou pela primeira vez. A bandeira, oferta de Edwin Elkin Hime, foi bordada pelas suas filhas: Ruth, May, Leah e Miriam. Apesar da escassez do terreno, o acontecimento foi muito importante para a vida botafoguense porque o campo que o Botafogo utilizava era a via pública! A delimitação das balizas fazia-se com palmeiras imperiais e a vizinhança sofria com as vidraças das suas janelas permanentemente partidas por causa dos rapazes alvinegros amantes da bola.
Por sua vez, as rendas arrecadadas iam em grande parte para cobrir os prejuízos à vizinhança e para comprar bolas novas, adquiridas junto à Casa Clark, para substituir as que eram confiscadas pelos adultos ou esmagadas pelos bondes puxados a burro.
Entretanto, por essa época, já na Conde de Irajá, ocorreu uma crise política no Club de Regatas Botafogo e diversos sócios e dirigentes demitiram-se, após perderem as eleições para o notável remador Antônio de Oliveira Castro, hoje uma figura ilustre da centenária galeria botafoguense. Os dissidentes ingressaram no Botafogo Football Club e embora longe ainda da fusão de 1942, estava lançada a primeira semente para a união das cores alvinegras num único e amado clube. Entre eles figurava Joaquim Antonio de Souza Ribeiro, que foi considerado o primeiro grande presidente da história do Botafogo Football Club.
O Botafogo tomou novo alento com a entrada destes abnegados desportistas e foi no campo da rua Conde de Irajá que se realizaram os primeiros jogos amistosos, estreando-se com o seu 2° quadro e empatando em 0x0 com o Internacional Football Club. Foi também nesse campo que o Botafogo obteve a sua primeira vitória de 1x0 sobre o Petropolitano e Flávio Ramos pode marcar o primeiro gol botafoguense.
Em 8 de Julho de 1905 foi fundada a Liga Metropolitana de Futebol, contando entre os fundadores o América, o Athletic, o Bangu, o Botafogo, o Fluminense e o Sport Club Petrópolis. No ano seguinte realizou-se o primeiro campeonato carioca, no qual o América não participou, mas que incluiu o Paysandu e o Rio Cricket.
Finalmente, o outro acontecimento muito importante em 1905 foi a fundação do Carioca F. C., a escolinha infantil do Botafogo. O clube alvinegro foi, assim, o primeiro clube fundador de uma escolinha infantil. O carioca usava uma estrela azul ao peito e casquete azul com estrela branca. O “filhote” do Botafogo tinha como presidente Emanuel Sodré, como secretário Raul Gomes de Matos, como tesoureiro Luiz de Paula e Silva, como diretor esportivo Rolando Delamare e como “capitão” António Dutra.Fontes: Augusto, Sérgio (204), Botafogo - Entre o Céu e o Inferno, Rio de Janeiro: Editora Ediouro; Case, Rafael; Falcão, Roberto (2004), 100 Anos Gloriosos - Almanaque Centenário do Glorioso, Rio de Janeiro: Areté Editorial; Castro, Alceu Mendes de Oliveira (1951), O Futebol no Botafogo (1904-1950), Rio de Janeiro: Gráfica Milone
Página adicionada em 06/Fevereiro/2009.
TÍTULOS INTERNACIONAIS
Copa Conmebol: 1993
TÍTULOS NACIONAIS
Taça Brasil: 1968
Campeonato Brasileiro: 1995
TITULOS REGIONAIS
Copa dos Campeões Estaduais (Rio-São Paulo): 1930 (disputado em 1931)
Torneio Rio-São Paulo: 1962, 1964, 1966 e 1998
TÍTULOS ESTADUAIS
Campeonato Carioca: 1907, 1910, 1912, 1930, 1932, 1933, 1934 , 1935, 1948, 1957, 1961, 1962, 1967, 1968, 1989, 1990, 1997 e 2006
Torneio Início: 1934, 1938, 1947, 1961, 1962, 1963, 1967 e 1977
Torneio Municipal do Rio de Janeiro: 1951 (Taça Prefeitura do Distrito Federal)
Campeonato Municipal: 1996 (Taça Cidade Maravilhosa)
Taça Guanabara: 1967, 1968, 1997, 2006, 2009 e 2010
Taça Rio de Janeiro: 1989, 1997, 2007 e 2008
Taça Augusto Pereria da Mota: 1975 (segundo turno do Carioca)
Taça José Wânder Rodrigues Mendes: 1976 (segundo turno do Carioca)
Torneio da Capital - Copa Rio: 1995
TORNEIOS INTERNACIONAIS
Torneio Internacional da Colômbia (Quadrangular de Bogotá): 1960
Torneio Pentagonal do México: 1962
Torneio de Paris (FRA): 1963
Torneio Jubileu de Ouro da Associação de Futebol (La Paz/BOL): 1964
Torneio do Quadrangular do Suriname: 1964
Torneio Carranza de Buenos Aires (ARG): 1966
Taça Círculo de Periódicos Esportivos (Caracas/VEN): 1966
Torneio Triangular de Caracas (VEN): 1967
Torneio Hexagonal do México: 1968
Torneio Triangular de Caracas (VEN): 1970
Torneio de Genebra (SUI): 1984
Torneio de Berna - Philips Cup (SUI): 1985
Torneio Pentagonal da Costa Rica: 1986
Taça Cidade de Palma de Mallorca (ESP): 1988
Torneio da Amizade (Veracruz/MEX): 1990
Triangular Eduardo Paes (Rio de Janeiro): 1994
Troféu Tereza Herrera (ESP): 1996
Copa President of Alaniya - Vladikavkaz: 1996
Copa Peregrino (Rio de Janeiro): 2008
TORNEIOS NACIONAIS
Triangular de Porto Alegre: 1951
Torneio Quadrangular Interestadual: 1954
Torneio Governador Magalhães Pinto (Belo Horizonte): 1964
Torneio Quadrangular de Teresina-PI: 1966
Torneio Independência do Brasil (Brasília): 1974
Torneio Ministro Ney Braga (Manaus-Belém): 1976
Torneio 23° Aniversário de Brasília: 1983
Copa Rio-Brasília: 1996
SPORT CLUB CORINTHIANS PAULISTA
Fundado em 01 de setembro de 1910
Endereço: Rua São Jorge, 777 - Tatuapé
São Paulo/SP CEP 03087-000
Estádio: Alfredo Schurig (Fazendinha)
Capacidade: 00.000 pessoas
Site oficial: www.corinthians.com.br
História
A Idéia
A idéia da fundação de um clube no Bom Retiro era assunto preferido dos funcionários da estrada de ferro São Paulo Railway e moradores, sem exceção do bairro. E isso começou a amadurecer quando Joaquim Ambrósio, Carlos Silva, Rafael Perrone, Antônio Pereira e Anselmo Correia foram juntos, assistir no campo do Velódromo a estrela do time inglês Corinthian (sem o s final) Team, na tarde de 31 de agosto de 1910.
Os ingleses derrotam a Associação Atlética das Palmeiras (nenhuma ligação com o Palestra Itália), por 2 a 0. Voltaram do jogo maravilhados e com o pensamento mais forte na criação de um time de futebol no Bom Retiro.
Fundação
Um grupo de homens de vida humilde - os pintores de casa Joaquim Ambrósio, Antônio Pereira e César Nunes; o sapateiro Rafael Perrone; o motorista Anselmo Correia; o fundidor Alexandre Magnani, o macarroneiro Salvador Lopomo, o trabalhador braçal João da Silva e o alfaiate Antônio Nunes - decidiram fundar o seu próprio clube de futebol.
Assim, às 20h30m do dia 1° de setembro, à luz do lampião de gás, altura do número 34 que iluminava a da Avenida dos Imigrantes (atual José Paulino), no Bom Retiro, treze pessoas sacramentaram a fundação do Sport Corinthians Paulista, eles se reuniram e redigiram o primeiro estatuto do clube. Faltava apenas financiamento para o sonho se realizar. Foi aí que Miguel Bataglia entrou em cena. Bataglia era um requintado alfaiate; aceitou participar e foi oficialmente nomeado o primeiro presidente.
O clube já tomava uma cara, mas faltava o nome. As idéias passaram por Santos Dummont, Carlos Gomes e até Guarani, mas nenhuma delas foi escolhida. Foi então que Joaquim Ambrósio sugeriu homenagear o famoso time inglês que fazia uma excursão pelo país: o Corinthian Football Club. O clube que se tornaria o mais querido do Brasil já tinha nome. A torcida e a imprensa chamavam a equipe de Corinthian’s Team. Assim, a letra “s” foi acrescentada ao nome, e o clube ganhou o elegante nome Corinthians.
Primeira diretoria e sede
A primeira Diretoria ficou constituída da seguinte forma: Miguel Bataglia (presidente); Salvador Lapomo e Alexandre Magnuni (vice-presidentes); Antônio Alves Nunes (secretário); João da Silva (tesoureiro) e Carlos Silva (procurador geral). O local onde se confirmou a fundação do Corinthians, foi a residência do Sr. Miguel Bataglia; mas onde o clube foi sonhado e que deve ser considerado seu berço foi o salão de barbeiro de Salvador Bataglia, irmão de Miguel, e que existia à rua Júlio Conceição, esquina da rua dos Italianos. As reuniões continuavam sendo no salão de barbeiro de Salvador, mas ficou pequeno e a sede foi transferida para a confeitaria de Antônio Desidério, na rua dos Imigrantes, nr. 34, esquina com a rua Cônego Martins.
Os primeiros jogos
A estréia aconteceu dez dias após a fundação, em 10 de setembro de 1910. O adversário era o União da Lapa, uma respeitada equipe da várzea paulistana. Jogando fora de casa e esperando levar uma goleada, o Corinthians já mostrava que não estava para brincadeiras, e jogando com muita raça, acabou perdendo por apenas 1 a 0.
O Timão jogou assim: Valente, Perrone e Atílio; Lepre, Alfredo e Police; João da Silva, Jorge Campbell, Luiz Fabi, César Nunes e Joaquim Ambrósio.
Foi apenas um deslize. Quatro dias depois, no Campo da Rua Imigrantes, o Corinthians já mostraria que nasceu para vencer: 2 a 0 sobre o Estrela Polar. A honra do primeiro gol coube ao atacante Luís Fabi, que assim entrou para a história do clube. Nesta partida o Corinthians formou com Valente, Perrone e Atílio; Lepre, Alfredo e Police; João da Silva, Jorge Campbell, Luís Fabi, César Nunes e Joaquim Ambrósio. Depois disso, foram dois anos de invencibilidade.
Com os bons resultados e o crescimento da torcida - que desde sempre já se mostrava fiel e fanática - o Timão passou a pleitear uma vaga no Campeonato Paulista (1913). A Liga Paulista resolveu conceder uma chance, mas o Corinthians teria que disputar uma eliminatória. Não deu outra: dois jogos, duas vitórias - 1 a 0 no Minas Gerais, em 23 de março de 1913, e 4 a 0 no São Paulo do Bexiga, sete dias depois - e o passaporte carimbado para disputar o Paulistão deste mesmo ano.
Na primeira partida oficial, o Timão tropeçou no Germânia, perdendo por 3 a 1. Mas Joaquim Rodrigues escreveu seu nome na história do Corinthians como o autor do primeiro gol em partidas oficiais. O Coringão acabou seu primeiro Paulista em 4°. lugar.
Em 1914, começava a hegemonia: no segundo Campeonato Paulista que disputou, o Corinthians não deu chance para os adversários. Uma campanha arrasadora, com dez vitórias em dez jogos, 39 gols marcados e goleadas para todos os lados. Neco (12 gols) ainda se sagrou o artilheiro da competição.
Começava assim a história do Sport Club Corinthians Paulista, um clube que ao longo dos seus (quase) cem anos passou pela várzea, lutou pelo profissionalismo, passou um jejum de 23 anos sem um título de expressão e foi rebaixado a série B do brasileirão. Mas invadiu o maracanã, conquistou o Brasil e dominou o mundo.
Fonte: Arquivo Campeões do Futebol e www.corinthians.com.br
Página adicionada em 04 de Dezembro de 2005; revisada em 02 de janeiro de 2010
Pesquisas de Sidney Barbosa da Silva
Estaduais
Taça Beneficência Espanhola (1915, 1916);
Taça Cronistas Esportivos (1916);
Taça oferecida pelo dr. Alcântara Machado (1916);
Taça oferecida pelo sr. Celinho Ambrósio (1917);
Taça Amílcar Barbuy (1919);
Taça União Brasil (1919);
Taça 47 (1919);
Taça Neco (1920);
Taça Doutor Arnaldo Vieira de Carvalho (1920);
Taça Prefeitura Municipal de Guaratinguetá (1920);
Taça Ida (1921);
Taça Antarctica (1921);
Taça ao Preço Fixo (1921);
Taça Sacadura Cabral e Gago Coutinho (1922);
Taça Cântara Portugália (1922);
Taça Joalheria Castro (1925);
Taça Guido Giacominelli (1925);
Taça Agência Ford (1925);
Taça Studebaker (1925);
Taça Lacta (1926);
Taça Centenário do Uruguai (1926);
Taça Guanará Espumante (1926);
Taça Francisco Rei (1926);
Taça Apea (1926);
Taça De Callis (1926);
Taça Elixir de Cabo Verde Composto (1926);
Taça Adamastor (1926);
Taça Fábrica de Gelo Vila Mathias (1927);
Taça Sarmento Beires (1927);
Taça Ribeiro de Barros (1927);
Taça Tipografia Carvalho (1927);
Taça O Comerciário (1927);
Taça Almirante Sousa e Silva (1929);
Troféu Washington Luís (1930);
Taça Ministro do Chile (1928, 1931);
Troféu Liga Paulista (1939);
Taça Duque de Caxias (1941);
Taça Manoel Domingos Corrêa (1942);
Troféu Bandeirante (1954);
Troféu Lourenço Fló Júnior (1962)
Taça da Solidariedade (1994)
SOCIEDADE ESPORTIVA PALMEIRAS
Fundado em 26 de Agosto de 1914
Sede Social: Rua Turiassú, 1840
Água Branca - São Paulo/SP
Estádio Palestra Itália - cap.: 35.000
Site: www.palmeiras.com.br
História
Fundado em 26 de agosto de 1914, com o nome de Societá Palestra Itália, tendo como presidente Ezequiel Simone (foto). Com apenas um ano de vida, quase fechou as portas. Muitos italianos que jogavam pelo clube foram convocados para a “Primeira Guerra Mundial”, que se desenrolara na Europa. Entre eles, o presidente do clube de 1915, Augusto Vacari. Os dirigentes e atletas que permaneceram no Brasil deixaram de manter o clube para enviar dinheiro ao governo italiano. O cofre foi esvaziando e o Palestra por pouco não acabou.
Em 1942, por determinação do Ministério da Justiça, teve de mudar de nome por causa da “Segunda Guerra Mundial”. Nenhuma entidade esportiva brasileira podia ter o nome de outros países, estivessem eles em guerra ou não. O Palestra então teve de procurar outra denominação que não “Itália”. Passou a se chamar Palestra de São Paulo e durou apenas seis meses, porque a justiça implicou de novo, desta vez com o nome “Palestra”.
A denominação “Palmeiras” surgiu em setembro de 1942 numa reunião que varou a madrugada entre dirigentes e representantes do Ministério. Nomes como Bandeirantes, Paulista e Paulicéia foram sugeridos. Optou-se, no entanto, por Palmeiras, em homenagem à Associação Athlética das Palmeiras, clube extinto havia tempo e que dera origem ao São Paulo FC.
Campeão Mundial ou vencedor da Copa Rio?
Oficialmente reconhecido pela FIFA como o primeiro campeão Mundial de Clubes, com a conquista do Torneio Internacional de Campeões - Copa Rio, de 1951, depois de um dossiê enviado à entidade máxima do futebol no ano de 2001 comprovando o “endosso” da mesma. Em 15 de dezembro de 2007 a FIFA retirou o reconhecimento. Veja a noticia veja » Copa Rio
Os primeiros
1° jogo e gol do Palestra Itália: Palestra 2 x 0 Savóia, 24/01/1915, Bianco fez o 1° gol.
1° gol do Palestra no Camp. Paulista: Radamés Gobbato, em 13/05/1916, Palestra 1x1 Mackenzie
1° gol do Palmeiras no Camp. Brasileiro: César Maluco, em 07/08/1971, Palmeiras 1x0 Portuguesa-SP
1° gol Palmeiras na Copa do Brasil: Tonhão, em 14/07/1992, Palmeiras 1x0 Sampaio Correa-MA
1° gol do Palmeiras na Copa Libertadores: Gildo, em 04/05/1961, Palmeiras 2x0 Independiente-ARG
1° gol do Palestra Itália em partidas internacionais: Imparato II, em 26/10/1922, Palestra Itália 4x1 Seleção do Paraguai na disputa da Taça Guarani
1° gol de um jogador palestrino-palmeirense por uma seleção nacional: Heitor, Seleção Brasileira, no amistoso contra o Barracas (ARG), em 13/05/1917.
1° jogo como Palmeiras: Palmeiras 3x1 São Paulo F.C., em 20/09/1942 (jogo em que o Palmeiras foi campeão paulista de 1942)
1° gol como S.E. Palmeiras: Cláudio, em 20/09/1942, Palmeiras 3x1 São Paulo F.C.
Maiores Goleadas
Em jogos oficiais: Palestra Itália 11x0 S.C. Internacional da Capital, em 08/08/1920, Camp. Paulista.
Maior goleada: Palmeiras 15 x 0 Seleção do Vale D’Aosta-ITA, em 15/07/1999, Taça Valle D’Aosta
» Sobre o Corinthians: Palestra Itália 8x0 Corinthians, em 15/11/1933
» Sobre o Santos: Palestra Itália 8x0 Santos, em 11/12/1932
Recorde de jogadores
» Marcou mais gols numa só partida: Heitor, 6 gols, em 08/08/1920, Palestra 11x0 S.C. Internacional ou Heitor, 6 gols, em 17/07/1927, Palestra Itália 11x2 Corinthians de São Bernardo do Campo
» Mais novo a vestir a camisa do Palestra-Palmeiras: Cláudio, em 21/08/2005 - 16 anos e 37 dias
» Mais velho a vestir a camisa do clube: Ademir da Guia, em 22/01/1984 - 42 anos (Palmeiras 1 x 2 Amigos do Ademir - jogo despedida)
» Jogador palestrino-palmeirense que mais vezes atuou pela Seleção Brasileira: Emerson Leão (goleiro), 69 partidas e 32 gols sofridos
Pesquisas: Sidney Barbosa da Silva
Fontes: www.palmeiras.com.br e Arquivo Campeões do Futebol
Página adicionada em Dezembro/2006; atualizada em Dezembro/2007.
Competição Ano
Copa Libertadores 1999
Copa Mercosul 1998
Campeonato Brasileiro 1972,1973,1993,1994
Copa do Brasil 1998
Torneio Roberto Gomes Pedrosa 1967,1969
Taça Brasil 1960,1967
Copa dos Campeões 2000
Brasileiro Série B 2003
Torneio Rio-São Paulo 1933,1951,1965,1993,2000
Campeonato Paulista 1920, 1926 (invicto), 1927, 1932 (invicto), 1933, 1934, 1936, 1940, 1942, 1944, 1947, 1950, 1959 (Super), 1963, 1966, 1972 (invicto), 1974, 1976, 1993, 1994, 1996, 2008
Camp. Paulista Extra 1926 (invicto), 1938
Campeonato Paulista de Segundos Quadros 1917, 1919, 1920, 1922 (invicto), 1923, 1926 (extra), 1927, 1928, 1929, 1930, 1931, 1932, 1934, 1938 (extra)
Torneio Início do Paulista 1927,1930,1935,1939,1942,1946,1969
Torneios Internacionais
Copa Rio Internacional
Troféu Ramón de Carranza
Torneio do México
Quadrang. de Lima (Peru)
Torneio Cidade de Manízales
Torneio de Florença (ITA)
Pentagonal de Guadalajara
Copa IV Centenário do RJ
Quad. João Havelange
Copa Brasil-Japão
Copa Grécia
Torneio Mar del Plata
Copa Kirin
Torneio Euro-América
Copa Imigração Italiana
Copa Brasil-Itália
Torneio Lev Yashin (Russia)
Troféu Naranja (Espanha)
1951 (Brasil)
1969,1974,1975 (Espanha)
1959
1962
1962 (Colombia)
1963
1963 (México)
1965
1966 (Brasil)
1967
1970
1972 (realizado em Uruguai e Argentina)
1978
1991,1996
1975
1994
1994
1997
Torneios Nacionais/Estaduais/Outros
Taça Savóia . . . . . . . . . . .
Troféu Porto Alegre (RS)
Torneio da Bahia
Torneio do Paraná
Quadrangular de Fortaleza
T. Inauguração do Pacaembu
Torneio de Belo Horizonte
Troféu Rio Grande do Sul
T. Campeões São Paulo-Bahia
Quadrangular São Paulo-Rio
T. Quadrangular do Recife
Torneio do Café
Taça Maria Quitéria
Taça Governador de Goiás
T. de Campeões Rio /S.Paulo
Taça Competência
Taça Ballor
Taça Cidade de São Paulo
Torneio Roberto Ugolini
T. de Classificação Paulistano
Taça Piratininga
Torneio Laudo Natel
Troféu Campeoníssimo
Troféu Gazeta Esportiva
Troféu José Maria Marin
Troféu Athiê Jorge Coury
Taça dos Invictos
Campeão Honorário do Brasil
Campeão do Ano Santo
Campeão das Cinco Coroas
Troféu Fita Azul . . . . . . . . .
Troféu da IFFHS . . . . . . . .
1915
1936
1937
1938
1938
1940
1945
1946
1948
1952
1955
1984
1997
1997
1926,1934,1942,1947 (campeão SP x RJ)
1920,1926,1927,1932
1926,1927
1945,1946,1950,1951
1959,1960
1969
1963,1965,1966
1972
1942
1979
1987
1993
1933,1934,1972,1973,1974,1989
1926,1933,1947 (título honorífico)
1950 (título honorífico)
1950,1951 (título honorífico)
1962,1972,1994 (excursões ao exterior - título honorífico)
1999 (título honorífico da Federação Internacional de História e Estatística de Futebol)
Palmeiras B . . . . . . . . . Torneio Internacional da Índia - 2001
Pesquisas: Sidney Barbosa da Silva
Fontes: www.palmeiras.com.br e Arquivo Campeões do Futebol
Página adicionada em Dezembro/2006; atualizada em Agosto/2008.
SOCIEDADE ESPORTIVA PALMEIRAS
Fundado em 26 de Agosto de 1914
Sede Social: Rua Turiassú, 1840
Água Branca - São Paulo/SP
Estádio Palestra Itália - cap.: 35.000
Site: www.palmeiras.com.br
História
Fundado em 26 de agosto de 1914, com o nome de Societá Palestra Itália, tendo como presidente Ezequiel Simone (foto). Com apenas um ano de vida, quase fechou as portas. Muitos italianos que jogavam pelo clube foram convocados para a “Primeira Guerra Mundial”, que se desenrolara na Europa. Entre eles, o presidente do clube de 1915, Augusto Vacari. Os dirigentes e atletas que permaneceram no Brasil deixaram de manter o clube para enviar dinheiro ao governo italiano. O cofre foi esvaziando e o Palestra por pouco não acabou.
Em 1942, por determinação do Ministério da Justiça, teve de mudar de nome por causa da “Segunda Guerra Mundial”. Nenhuma entidade esportiva brasileira podia ter o nome de outros países, estivessem eles em guerra ou não. O Palestra então teve de procurar outra denominação que não “Itália”. Passou a se chamar Palestra de São Paulo e durou apenas seis meses, porque a justiça implicou de novo, desta vez com o nome “Palestra”.
A denominação “Palmeiras” surgiu em setembro de 1942 numa reunião que varou a madrugada entre dirigentes e representantes do Ministério. Nomes como Bandeirantes, Paulista e Paulicéia foram sugeridos. Optou-se, no entanto, por Palmeiras, em homenagem à Associação Athlética das Palmeiras, clube extinto havia tempo e que dera origem ao São Paulo FC.
Campeão Mundial ou vencedor da Copa Rio?
Oficialmente reconhecido pela FIFA como o primeiro campeão Mundial de Clubes, com a conquista do Torneio Internacional de Campeões - Copa Rio, de 1951, depois de um dossiê enviado à entidade máxima do futebol no ano de 2001 comprovando o “endosso” da mesma. Em 15 de dezembro de 2007 a FIFA retirou o reconhecimento. Veja a noticia veja » Copa Rio
Os primeiros
1° jogo e gol do Palestra Itália: Palestra 2 x 0 Savóia, 24/01/1915, Bianco fez o 1° gol.
1° gol do Palestra no Camp. Paulista: Radamés Gobbato, em 13/05/1916, Palestra 1x1 Mackenzie
1° gol do Palmeiras no Camp. Brasileiro: César Maluco, em 07/08/1971, Palmeiras 1x0 Portuguesa-SP
1° gol Palmeiras na Copa do Brasil: Tonhão, em 14/07/1992, Palmeiras 1x0 Sampaio Correa-MA
1° gol do Palmeiras na Copa Libertadores: Gildo, em 04/05/1961, Palmeiras 2x0 Independiente-ARG
1° gol do Palestra Itália em partidas internacionais: Imparato II, em 26/10/1922, Palestra Itália 4x1 Seleção do Paraguai na disputa da Taça Guarani
1° gol de um jogador palestrino-palmeirense por uma seleção nacional: Heitor, Seleção Brasileira, no amistoso contra o Barracas (ARG), em 13/05/1917.
1° jogo como Palmeiras: Palmeiras 3x1 São Paulo F.C., em 20/09/1942 (jogo em que o Palmeiras foi campeão paulista de 1942)
1° gol como S.E. Palmeiras: Cláudio, em 20/09/1942, Palmeiras 3x1 São Paulo F.C.
Maiores Goleadas
Em jogos oficiais: Palestra Itália 11x0 S.C. Internacional da Capital, em 08/08/1920, Camp. Paulista.
Maior goleada: Palmeiras 15 x 0 Seleção do Vale D’Aosta-ITA, em 15/07/1999, Taça Valle D’Aosta
» Sobre o Corinthians: Palestra Itália 8x0 Corinthians, em 15/11/1933
» Sobre o Santos: Palestra Itália 8x0 Santos, em 11/12/1932
Recorde de jogadores
» Marcou mais gols numa só partida: Heitor, 6 gols, em 08/08/1920, Palestra 11x0 S.C. Internacional ou Heitor, 6 gols, em 17/07/1927, Palestra Itália 11x2 Corinthians de São Bernardo do Campo
» Mais novo a vestir a camisa do Palestra-Palmeiras: Cláudio, em 21/08/2005 - 16 anos e 37 dias
» Mais velho a vestir a camisa do clube: Ademir da Guia, em 22/01/1984 - 42 anos (Palmeiras 1 x 2 Amigos do Ademir - jogo despedida)
» Jogador palestrino-palmeirense que mais vezes atuou pela Seleção Brasileira: Emerson Leão (goleiro), 69 partidas e 32 gols sofridos
Pesquisas: Sidney Barbosa da Silva
Fontes: www.palmeiras.com.br e Arquivo Campeões do Futebol
Página adicionada em Dezembro/2006; atualizada em Dezembro/2007.
Competição Ano
Copa Libertadores 1999
Copa Mercosul 1998
Campeonato Brasileiro 1972,1973,1993,1994
Copa do Brasil 1998
Torneio Roberto Gomes Pedrosa 1967,1969
Taça Brasil 1960,1967
Copa dos Campeões 2000
Brasileiro Série B 2003
Torneio Rio-São Paulo 1933,1951,1965,1993,2000
Campeonato Paulista 1920, 1926 (invicto), 1927, 1932 (invicto), 1933, 1934, 1936, 1940, 1942, 1944, 1947, 1950, 1959 (Super), 1963, 1966, 1972 (invicto), 1974, 1976, 1993, 1994, 1996, 2008
Camp. Paulista Extra 1926 (invicto), 1938
Campeonato Paulista de Segundos Quadros 1917, 1919, 1920, 1922 (invicto), 1923, 1926 (extra), 1927, 1928, 1929, 1930, 1931, 1932, 1934, 1938 (extra)
Torneio Início do Paulista 1927,1930,1935,1939,1942,1946,1969
Torneios Internacionais
Copa Rio Internacional
Troféu Ramón de Carranza
Torneio do México
Quadrang. de Lima (Peru)
Torneio Cidade de Manízales
Torneio de Florença (ITA)
Pentagonal de Guadalajara
Copa IV Centenário do RJ
Quad. João Havelange
Copa Brasil-Japão
Copa Grécia
Torneio Mar del Plata
Copa Kirin
Torneio Euro-América
Copa Imigração Italiana
Copa Brasil-Itália
Torneio Lev Yashin (Russia)
Troféu Naranja (Espanha)
1951 (Brasil)
1969,1974,1975 (Espanha)
1959
1962
1962 (Colombia)
1963
1963 (México)
1965
1966 (Brasil)
1967
1970
1972 (realizado em Uruguai e Argentina)
1978
1991,1996
1975
1994
1994
1997
Torneios Nacionais/Estaduais/Outros
Taça Savóia
Troféu Porto Alegre (RS)
Torneio da Bahia
Torneio do Paraná
Quadrangular de Fortaleza
T. Inauguração do Pacaembu
Torneio de Belo Horizonte
Troféu Rio Grande do Sul
T. Campeões São Paulo-Bahia
Quadrangular São Paulo-Rio
T. Quadrangular do Recife
Torneio do Café
Taça Maria Quitéria
Taça Governador de Goiás
T. de Campeões Rio /S.Paulo
Taça Competência
Taça Ballor
Taça Cidade de São Paulo
Torneio Roberto Ugolini
T. de Classificação Paulistano
Taça Piratininga
Torneio Laudo Natel
Troféu Campeoníssimo
Troféu Gazeta Esportiva
Troféu José Maria Marin
Troféu Athiê Jorge Coury
Taça dos Invictos
Campeão Honorário do Brasil
Campeão do Ano Santo
Campeão das Cinco Coroas
Troféu Fita Azul
Troféu da IFFHS
1915
1936
1937
1938
1938
1940
1945
1946
1948
1952
1955
1984
1997
1997
1926,1934,1942,1947 (campeão SP x RJ)
1920,1926,1927,1932
1926,1927
1945,1946,1950,1951
1959,1960
1969
1963,1965,1966
1972
1942
1979
1987
1993
1933,1934,1972,1973,1974,1989
1926,1933,1947 (título honorífico)
1950 (título honorífico)
1950,1951 (título honorífico)
1962,1972,1994 (excursões ao exterior - título honorífico)
1999 (título honorífico da Federação Internacional de História e Estatística de Futebol)
Palmeiras B .Torneio Internacional da Índia - 2001
Pesquisas: Sidney Barbosa da Silva
Fontes: www.palmeiras.com.br e Arquivo Campeões do Futebol
Página adicionada em Dezembro/2006; atualizada em Agosto/2008.
SOCIEDADE ESPORTIVA PALMEIRAS
Fundado em 26 de Agosto de 1914
Sede Social: Rua Turiassú, 1840
Água Branca - São Paulo/SP
Estádio Palestra Itália - cap.: 35.000
Site: www.palmeiras.com.br
História
Fundado em 26 de agosto de 1914, com o nome de Societá Palestra Itália, tendo como presidente Ezequiel Simone (foto). Com apenas um ano de vida, quase fechou as portas. Muitos italianos que jogavam pelo clube foram convocados para a “Primeira Guerra Mundial”, que se desenrolara na Europa. Entre eles, o presidente do clube de 1915, Augusto Vacari. Os dirigentes e atletas que permaneceram no Brasil deixaram de manter o clube para enviar dinheiro ao governo italiano. O cofre foi esvaziando e o Palestra por pouco não acabou.
Em 1942, por determinação do Ministério da Justiça, teve de mudar de nome por causa da “Segunda Guerra Mundial”. Nenhuma entidade esportiva brasileira podia ter o nome de outros países, estivessem eles em guerra ou não. O Palestra então teve de procurar outra denominação que não Itália. Passou a se chamar Palestra de São Paulo e durou apenas seis meses, porque a justiça implicou de novo, desta vez com o nome “Palestra”.
A denominação “Palmeiras” surgiu em setembro de 1942 numa reunião que varou a madrugada entre dirigentes e representantes do Ministério. Nomes como Bandeirantes, Paulista e Paulicéia foram sugeridos. Optou-se, no entanto, por Palmeiras, em homenagem à Associação Athlética das Palmeiras, clube extinto havia tempo e que dera origem ao São Paulo FC.
Campeão Mundial ou vencedor da Copa Rio?
Oficialmente reconhecido pela FIFA como o primeiro campeão Mundial de Clubes, com a conquista do Torneio Internacional de Campeões - Copa Rio, de 1951, depois de um dossiê enviado à entidade máxima do futebol no ano de 2001 comprovando o “endosso” da mesma. Em 15 de dezembro de 2007 a FIFA retirou o reconhecimento. Veja a noticia veja » Copa Rio
Os primeiros
1° jogo e gol do Palestra Itália: Palestra 2 x 0 Savóia, 24/01/1915, Bianco fez o 1° gol.
1° gol do Palestra no Camp. Paulista: Radamés Gobbato, em 13/05/1916, Palestra 1x1 Mackenzie
1° gol do Palmeiras no Camp. Brasileiro: César Maluco, em 07/08/1971, Palmeiras 1x0 Portuguesa-SP
1° gol Palmeiras na Copa do Brasil: Tonhão, em 14/07/1992, Palmeiras 1x0 Sampaio Correa-MA
1° gol do Palmeiras na Copa Libertadores: Gildo, em 04/05/1961, Palmeiras 2x0 Independiente-ARG
1° gol do Palestra Itália em partidas internacionais: Imparato II, em 26/10/1922, Palestra Itália 4x1 Seleção do Paraguai na disputa da Taça Guarani
1° gol de um jogador palestrino-palmeirense por uma seleção nacional: Heitor, Seleção Brasileira, no amistoso contra o Barracas (ARG), em 13/05/1917.
1° jogo como Palmeiras: Palmeiras 3x1 São Paulo F.C., em 20/09/1942 (jogo em que o Palmeiras foi campeão paulista de 1942)
1° gol como S.E. Palmeiras: Cláudio, em 20/09/1942, Palmeiras 3x1 São Paulo F.C.
Maiores Goleadas
Em jogos oficiais: Palestra Itália 11x0 S.C. Internacional da Capital, em 08/08/1920, Camp. Paulista.
Maior goleada: Palmeiras 15 x 0 Seleção do Vale D’Aosta-ITA, em 15/07/1999, Taça Valle D’Aosta
» Sobre o Corinthians: Palestra Itália 8x0 Corinthians, em 15/11/1933
» Sobre o Santos: Palestra Itália 8x0 Santos, em 11/12/1932
Recorde de jogadores
» Marcou mais gols numa só partida: Heitor, 6 gols, em 08/08/1920, Palestra 11x0 S.C. Internacional ou Heitor, 6 gols, em 17/07/1927, Palestra Itália 11x2 Corinthians de São Bernardo do Campo
» Mais novo a vestir a camisa do Palestra-Palmeiras: Cláudio, em 21/08/2005 - 16 anos e 37 dias
» Mais velho a vestir a camisa do clube: Ademir da Guia, em 22/01/1984 - 42 anos (Palmeiras 1 x 2 Amigos do Ademir - jogo despedida)
» Jogador palestrino-palmeirense que mais vezes atuou pela Seleção Brasileira: Emerson Leão (goleiro), 69 partidas e 32 gols sofridos
Pesquisas: Sidney Barbosa da Silva
Fontes: www.palmeiras.com.br e Arquivo Campeões do Futebol
Página adicionada em Dezembro 2006; atualizada em Dezembro 2007.
Competição Ano
Copa Libertadores 1999
Copa Mercosul 1998
Campeonato Brasileiro 1972,1973,1993,1994
Copa do Brasil 1998
Torneio Roberto Gomes Pedrosa 1967,1969
Taça Brasil 1960,1967
Copa dos Campeões 2000
Brasileiro Série B 2003
Torneio Rio-São Paulo 1933,1951,1965,1993,2000
Campeonato Paulista 1920, 1926 (invicto), 1927, 1932 (invicto), 1933, 1934, 1936, 1940, 1942, 1944, 1947, 1950, 1959 (Super), 1963, 1966, 1972 (invicto), 1974, 1976, 1993, 1994, 1996, 2008
Camp. Paulista Extra 1926 (invicto), 1938
Campeonato Paulista de Segundos Quadros 1917, 1919, 1920, 1922 (invicto), 1923, 1926 (extra), 1927, 1928, 1929, 1930, 1931, 1932, 1934, 1938 (extra)
Torneio Início do Paulista 1927,1930,1935,1939,1942,1946,1969
Torneios Internacionais
Copa Rio Internacional
Troféu Ramón de Carranza
Torneio do México
Quadrang. de Lima (Peru)
Torneio Cidade de Manízales
Torneio de Florença (ITA)
Pentagonal de Guadalajara
Copa IV Centenário do RJ
Quad. João Havelange
Copa Brasil-Japão
Copa Grécia
Torneio Mar del Plata
Copa Kirin
Torneio Euro-América
Copa Imigração Italiana
Copa Brasil-Itália
Torneio Lev Yashin (Russia)
Troféu Naranja (Espanha)
1951 (Brasil)
1969,1974,1975 (Espanha)
1959
1962
1962 (Colombia)
1963
1963 (México)
1965
1966 (Brasil)
1967
1970
1972 (realizado em Uruguai e Argentina)
1978
1991,1996
1975
1994
1994
1997
Torneios Nacionais/Estaduais/Outros
Taça Savóia
Troféu Porto Alegre (RS)
Torneio da Bahia
Torneio do Paraná
Quadrangular de Fortaleza
T. Inauguração do Pacaembu
Torneio de Belo Horizonte
Troféu Rio Grande do Sul
T. Campeões São Paulo-Bahia
Quadrangular São Paulo-Rio
T. Quadrangular do Recife
Torneio do Café
Taça Maria Quitéria
Taça Governador de Goiás
T. de Campeões Rio /S.Paulo
Taça Competência
Taça Ballor
Taça Cidade de São Paulo
Torneio Roberto Ugolini
T. de Classificação Paulistano
Taça Piratininga
Torneio Laudo Natel
Troféu Campeoníssimo
Troféu Gazeta Esportiva
Troféu José Maria Marin
Troféu Athiê Jorge Coury
Taça dos Invictos
Campeão Honorário do Brasil
Campeão do Ano Santo
Campeão das Cinco Coroas
Troféu Fita Azul
Troféu da IFFHS
1915
1936
1937
1938
1938
1940
1945
1946
1948
1952
1955
1984
1997
1997
1926,1934,1942,1947 (campeão SP x RJ)
1920,1926,1927,1932
1926,1927
1945,1946,1950,1951
1959,1960
1969
1963,1965,1966
1972
1942
1979
1987
1993
1933,1934,1972,1973,1974,1989
1926,1933,1947 (título honorífico)
1950 (título honorífico)
1950,1951 (título honorífico)
1962,1972,1994 (excursões ao exterior - título honorífico)
1999 (título honorífico da Federação Internacional de História e Estatística de Futebol)
Palmeiras B .Torneio Internacional da Índia - 2001
Pesquisas: Sidney Barbosa da Silva
Fontes: www.palmeiras.com.br e Arquivo Campeões do Futebol
Página adicionada em Dezembro/2006; atualizada em Agosto/2008.
SOCIEDADE ESPORTIVA PALMEIRAS
Fundado em 26 de Agosto de 1914
Sede Social: Rua Turiassú, 1840
Água Branca - São Paulo/SP
Estádio Palestra Itália - cap.: 35.000
Site: www.palmeiras.com.br
História
Fundado em 26 de agosto de 1914, com o nome de Societá Palestra Itália, tendo como presidente Ezequiel Simone (foto). Com apenas um ano de vida, quase fechou as portas. Muitos italianos que jogavam pelo clube foram convocados para a “Primeira Guerra Mundial”, que se desenrolara na Europa. Entre eles, o presidente do clube de 1915, Augusto Vacari. Os dirigentes e atletas que permaneceram no Brasil deixaram de manter o clube para enviar dinheiro ao governo italiano. O cofre foi esvaziando e o Palestra por pouco não acabou.
Em 1942, por determinação do Ministério da Justiça, teve de mudar de nome por causa da “Segunda Guerra Mundial”. Nenhuma entidade esportiva brasileira podia ter o nome de outros países, estivessem eles em guerra ou não. O Palestra então teve de procurar outra denominação que não Itália. Passou a se chamar Palestra de São Paulo e durou apenas seis meses, porque a justiça implicou de novo, desta vez com o nome “Palestra”.
A denominação “Palmeiras” surgiu em setembro de 1942 numa reunião que varou a madrugada entre dirigentes e representantes do Ministério. Nomes como Bandeirantes, Paulista e Paulicéia foram sugeridos. Optou-se, no entanto, por Palmeiras, em homenagem à Associação Athlética das Palmeiras, clube extinto havia tempo e que dera origem ao São Paulo FC.
Campeão Mundial ou vencedor da Copa Rio?
Oficialmente reconhecido pela FIFA como o primeiro campeão Mundial de Clubes, com a conquista do Torneio Internacional de Campeões - Copa Rio, de 1951, depois de um dossiê enviado à entidade máxima do futebol no ano de 2001 comprovando o “endosso” da mesma. Em 15 de dezembro de 2007 a FIFA retirou o reconhecimento. Veja a noticia veja » Copa Rio
Os primeiros
1° jogo e gol do Palestra Itália: Palestra 2 x 0 Savóia, 24/01/1915, Bianco fez o 1° gol.
1° gol do Palestra no Camp. Paulista: Radamés Gobbato, em 13/05/1916, Palestra 1x1 Mackenzie
1° gol do Palmeiras no Camp. Brasileiro: César Maluco, em 07/08/1971, Palmeiras 1x0 Portuguesa-SP
1° gol Palmeiras na Copa do Brasil: Tonhão, em 14/07/1992, Palmeiras 1x0 Sampaio Correa-MA
1° gol do Palmeiras na Copa Libertadores: Gildo, em 04/05/1961, Palmeiras 2x0 Independiente-ARG
1° gol do Palestra Itália em partidas internacionais: Imparato II, em 26/10/1922, Palestra Itália 4x1 Seleção do Paraguai na disputa da Taça Guarani
1° gol de um jogador palestrino-palmeirense por uma seleção nacional: Heitor, Seleção Brasileira, no amistoso contra o Barracas (ARG), em 13/05/1917.
1° jogo como Palmeiras: Palmeiras 3x1 São Paulo F.C., em 20/09/1942 (jogo em que o Palmeiras foi campeão paulista de 1942)
1° gol como S.E. Palmeiras: Cláudio, em 20/09/1942, Palmeiras 3x1 São Paulo F.C.
Maiores Goleadas
Em jogos oficiais: Palestra Itália 11x0 S.C. Internacional da Capital, em 08/08/1920, Camp. Paulista.
Maior goleada: Palmeiras 15 x 0 Seleção do Vale D’Aosta-ITA, em 15/07/1999, Taça Valle D’Aosta
» Sobre o Corinthians: Palestra Itália 8x0 Corinthians, em 15/11/1933
» Sobre o Santos: Palestra Itália 8x0 Santos, em 11/12/1932
Recorde de jogadores
» Marcou mais gols numa só partida: Heitor, 6 gols, em 08/08/1920, Palestra 11x0 S.C. Internacional ou Heitor, 6 gols, em 17/07/1927, Palestra Itália 11x2 Corinthians de São Bernardo do Campo
» Mais novo a vestir a camisa do Palestra-Palmeiras: Cláudio, em 21/08/2005 - 16 anos e 37 dias
» Mais velho a vestir a camisa do clube: Ademir da Guia, em 22/01/1984 - 42 anos (Palmeiras 1 x 2 Amigos do Ademir - jogo despedida)
» Jogador palestrino-palmeirense que mais vezes atuou pela Seleção Brasileira: Emerson Leão (goleiro), 69 partidas e 32 gols sofridos
Pesquisas: Sidney Barbosa da Silva
Fontes: www.palmeiras.com.br e Arquivo Campeões do Futebol
Página adicionada em Dezembro 2006; atualizada em Dezembro 2007.
SOCIEDADE ESPORTIVA PALMEIRAS
Fundado em 26 de Agosto de 1914
Sede Social: Rua Turiassú, 1840
Água Branca - São Paulo/SP
Estádio Palestra Itália - cap.: 35.000
Site: www.palmeiras.com.br
Competição Ano
Copa Libertadores 1999
Copa Mercosul 1998
Campeonato Brasileiro 1972,1973,1993,1994
Copa do Brasil 1998
Torneio Roberto Gomes Pedrosa 1967,1969
Taça Brasil 1960,1967
Copa dos Campeões 2000
Brasileiro Série B 2003
Torneio Rio-São Paulo 1933,1951,1965,1993,2000
Campeonato Paulista 1920, 1926 (invicto), 1927, 1932 (invicto), 1933, 1934, 1936, 1940, 1942, 1944, 1947, 1950, 1959 (Super), 1963, 1966, 1972 (invicto), 1974, 1976, 1993, 1994, 1996, 2008
Camp. Paulista Extra 1926 (invicto), 1938
Campeonato Paulista de Segundos Quadros 1917, 1919, 1920, 1922 (invicto), 1923, 1926 (extra), 1927, 1928, 1929, 1930, 1931, 1932, 1934, 1938 (extra)
Torneio Início do Paulista 1927,1930,1935,1939,1942,1946,1969
Torneios Internacionais
Copa Rio Internacional
Troféu Ramón de Carranza
Torneio do México
Quadrang. de Lima (Peru)
Torneio Cidade de Manízales
Torneio de Florença (ITA)
Pentagonal de Guadalajara
Copa IV Centenário do RJ
Quad. João Havelange
Copa Brasil-Japão
Copa Grécia
Torneio Mar del Plata
Copa Kirin
Torneio Euro-América
Copa Imigração Italiana
Copa Brasil-Itália
Torneio Lev Yashin (Russia)
Troféu Naranja (Espanha)
1951 (Brasil)
1969,1974,1975 (Espanha)
1959
1962
1962 (Colombia)
1963
1963 (México)
1965
1966 (Brasil)
1967
1970
1972 (realizado em Uruguai e Argentina)
1978
1991,1996
1975
1994
1994
1997
Torneios Nacionais/Estaduais/Outros
Taça Savóia
Troféu Porto Alegre (RS)
Torneio da Bahia
Torneio do Paraná
Quadrangular de Fortaleza
T. Inauguração do Pacaembu
Torneio de Belo Horizonte
Troféu Rio Grande do Sul
T. Campeões São Paulo-Bahia
Quadrangular São Paulo-Rio
T. Quadrangular do Recife
Torneio do Café
Taça Maria Quitéria
Taça Governador de Goiás
T. de Campeões Rio /S.Paulo
Taça Competência
Taça Ballor
Taça Cidade de São Paulo
Torneio Roberto Ugolini
T. de Classificação Paulistano
Taça Piratininga
Torneio Laudo Natel
Troféu Campeoníssimo
Troféu Gazeta Esportiva
Troféu José Maria Marin
Troféu Athiê Jorge Coury
Taça dos Invictos
Campeão Honorário do Brasil
Campeão do Ano Santo
Campeão das Cinco Coroas
Troféu Fita Azul
Troféu da IFFHS
1915
1936
1937
1938
1938
1940
1945
1946
1948
1952
1955
1984
1997
1997
1926,1934,1942,1947 (campeão SP x RJ)
1920,1926,1927,1932
1926,1927
1945,1946,1950,1951
1959,1960
1969
1963,1965,1966
1972
1942
1979
1987
1993
1933,1934,1972,1973,1974,1989
1926,1933,1947 (título honorífico)
1950 (título honorífico)
1950,1951 (título honorífico)
1962,1972,1994 (excursões ao exterior - título honorífico)
1999 (título honorífico da Federação Internacional de História e Estatística de Futebol)
Palmeiras B .Torneio Internacional da Índia - 2001
Pesquisas: Sidney Barbosa da Silva
Fontes: www.palmeiras.com.br e Arquivo Campeões do Futebol
Página adicionada em Dezembro/2006; atualizada em Agosto/2008.
História
Fundado em 26 de agosto de 1914, com o nome de Societá Palestra Itália, tendo como presidente Ezequiel Simone (foto). Com apenas um ano de vida, quase fechou as portas. Muitos italianos que jogavam pelo clube foram convocados para a Primeira Guerra Mundial, que se desenrolara na Europa. Entre eles, o presidente do clube de 1915, Augusto Vacari. Os dirigentes e atletas que permaneceram no Brasil deixaram de manter o clube para enviar dinheiro ao governo italiano. O cofre foi esvaziando e o Palestra por pouco não acabou.
Em 1942, por determinação do Ministério da Justiça, teve de mudar de nome por causa da Segunda Guerra Mundial. Nenhuma entidade esportiva brasileira podia ter o nome de outros países, estivessem eles em guerra ou não. O Palestra então teve de procurar outra denominação que não Itália. Passou a se chamar Palestra de São Paulo e durou apenas seis meses, porque a justiça implicou de novo, desta vez com o nome Palestra.
A denominação “Palmeiras surgiu em setembro de 1942 numa reunião que varou a madrugada entre dirigentes e representantes do Ministério. Nomes como Bandeirantes, Paulista e Paulicéia foram sugeridos. Optou-se, no entanto, por Palmeiras, em homenagem à Associação Athlética das Palmeiras, clube extinto havia tempo e que dera origem ao São Paulo FC.
Campeão Mundial ou vencedor da Copa Rio?
Oficialmente reconhecido pela FIFA como o primeiro campeão Mundial de Clubes, com a conquista do Torneio Internacional de Campeões - Copa Rio, de 1951, depois de um dossiê enviado à entidade máxima do futebol no ano de 2001 comprovando o “endosso” da mesma. Em 15 de dezembro de 2007 a FIFA retirou o reconhecimento.
Os primeiros
1° jogo e gol do Palestra Itália: Palestra 2 x 0 Savóia, 24/01/1915, Bianco fez o 1° gol.
1° gol do Palestra no Camp. Paulista: Radamés Gobbato, em 13/05/1916, Palestra 1x1 Mackenzie
1° gol do Palmeiras no Camp. Brasileiro: César Maluco, em 07/08/1971, Palmeiras 1x0 Portuguesa-SP
1° gol Palmeiras na Copa do Brasil: Tonhão, em 14/07/1992, Palmeiras 1x0 Sampaio Correa-MA
1° gol do Palmeiras na Copa Libertadores: Gildo, em 04/05/1961, Palmeiras 2x0 Independiente-ARG
1° gol do Palestra Itália em partidas internacionais: Imparato II, em 26/10/1922, Palestra Itália 4x1 Seleção do Paraguai na disputa da Taça Guarani
1° gol de um jogador palestrino-palmeirense por uma seleção nacional: Heitor, Seleção Brasileira, no amistoso contra o Barracas (ARG), em 13/05/1917.
1° jogo como Palmeiras: Palmeiras 3x1 São Paulo F.C., em 20/09/1942 (jogo em que o Palmeiras foi campeão paulista de 1942)
1° gol como S.E. Palmeiras: Cláudio, em 20/09/1942, Palmeiras 3x1 São Paulo F.C.
Maiores Goleadas
Em jogos oficiais: Palestra Itália 11x0 S.C. Internacional da Capital, em 08/08/1920, Camp. Paulista.
Maior goleada: Palmeiras 15 x 0 Seleção do Vale D’Aosta-ITA, em 15/07/1999, Taça Valle D’Aosta
» Sobre o Corinthians: Palestra Itália 8x0 Corinthians, em 15/11/1933
» Sobre o Santos: Palestra Itália 8x0 Santos, em 11/12/1932
Recorde de jogadores
» Marcou mais gols numa só partida: Heitor, 6 gols, em 08/08/1920, Palestra 11x0 S.C. Internacional ou Heitor, 6 gols, em 17/07/1927, Palestra Itália 11x2 Corinthians de São Bernardo do Campo
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» Mais velho a vestir a camisa do clube: Ademir da Guia, em 22/01/1984 - 42 anos (Palmeiras 1 x 2 Amigos do Ademir - jogo despedida)
» Jogador palestrino-palmeirense que mais vezes atuou pela Seleção Brasileira: Emerson Leão (goleiro), 69 partidas e 32 gols sofridos
Pesquisas: Sidney Barbosa da Silva
Fontes: www.palmeiras.com.br e Arquivo Campeões do Futebol
Página adicionada em Dezembro 2006; atualizada em Dezembro 2007.
História
Fundado em 26 de agosto de 1914, com o nome de Societá Palestra Itália, tendo como presidente Ezequiel Simone (foto). Com apenas um ano de vida, quase fechou as portas. Muitos italianos que jogavam pelo clube foram convocados para a Primeira Guerra Mundial, que se desenrolara na Europa. Entre eles, o presidente do clube de 1915, Augusto Vacari. Os dirigentes e atletas que permaneceram no Brasil deixaram de manter o clube para enviar dinheiro ao governo italiano. O cofre foi esvaziando e o Palestra por pouco não acabou.
Em 1942, por determinação do Ministério da Justiça, teve de mudar de nome por causa da Segunda Guerra Mundial. Nenhuma entidade esportiva brasileira podia ter o nome de outros países, estivessem eles em guerra ou não. O Palestra então teve de procurar outra denominação que não Itália. Passou a se chamar Palestra de São Paulo e durou apenas seis meses, porque a justiça implicou de novo, desta vez com o nome Palestra.
A denominação “Palmeiras surgiu em setembro de 1942 numa reunião que varou a madrugada entre dirigentes e representantes do Ministério. Nomes como Bandeirantes, Paulista e Paulicéia foram sugeridos. Optou-se, no entanto, por Palmeiras, em homenagem à Associação Athlética das Palmeiras, clube extinto havia tempo e que dera origem ao São Paulo FC.
Campeão Mundial ou vencedor da Copa Rio?
Oficialmente reconhecido pela FIFA como o primeiro campeão Mundial de Clubes, com a conquista do Torneio Internacional de Campeões - Copa Rio, de 1951, depois de um dossiê enviado à entidade máxima do futebol no ano de 2001 comprovando o “endosso” da mesma. Em 15 de dezembro de 2007 a FIFA retirou o reconhecimento.
Os primeiros
1° jogo e gol do Palestra Itália: Palestra 2 x 0 Savóia, 24/01/1915, Bianco fez o 1° gol.
1° gol do Palestra no Camp. Paulista: Radamés Gobbato, em 13/05/1916, Palestra 1x1 Mackenzie
1° gol do Palmeiras no Camp. Brasileiro: César Maluco, em 07/08/1971, Palmeiras 1x0 Portuguesa-SP
1° gol Palmeiras na Copa do Brasil: Tonhão, em 14/07/1992, Palmeiras 1x0 Sampaio Correa-MA
1° gol do Palmeiras na Copa Libertadores: Gildo, em 04/05/1961, Palmeiras 2x0 Independiente-ARG
1° gol do Palestra Itália em partidas internacionais: Imparato II, em 26/10/1922, Palestra Itália 4x1 Seleção do Paraguai na disputa da Taça Guarani
1° gol de um jogador palestrino-palmeirense por uma seleção nacional: Heitor, Seleção Brasileira, no amistoso contra o Barracas (ARG), em 13/05/1917.
1° jogo como Palmeiras: Palmeiras 3x1 São Paulo F.C., em 20/09/1942 (jogo em que o Palmeiras foi campeão paulista de 1942)
1° gol como S.E. Palmeiras: Cláudio, em 20/09/1942, Palmeiras 3x1 São Paulo F.C.
Maiores Goleadas
Em jogos oficiais: Palestra Itália 11x0 S.C. Internacional da Capital, em 08/08/1920, Camp. Paulista.
Maior goleada: Palmeiras 15 x 0 Seleção do Vale DAosta-ITA, em 15/07/1999, Taça Valle D’Aosta
Sobre o Corinthians: Palestra Itália 8x0 Corinthians, em 15/11/1933
Sobre o Santos: Palestra Itália 8x0 Santos, em 11/12/1932
Recorde de jogadores
Marcou mais gols numa só partida: Heitor, 6 gols, em 08/08/1920, Palestra 11x0 S.C. Internacional ou Heitor, 6 gols, em 17/07/1927, Palestra Itália 11x2 Corinthians de São Bernardo do Campo
Mais novo a vestir a camisa do Palestra-Palmeiras: Cláudio, em 21/08/2005 - 16 anos e 37 dias
Mais velho a vestir a camisa do clube: Ademir da Guia, em 22/01/1984 - 42 anos (Palmeiras 1 x 2 Amigos do Ademir - jogo despedida)
Jogador palestrino-palmeirense que mais vezes atuou pela Seleção Brasileira: Emerson Leão (goleiro), 69 partidas e 32 gols sofridos
Pesquisas: Sidney Barbosa da Silva
Fontes: www.palmeiras.com.br e Arquivo Campeões do Futebol
Página adicionada em Dezembro 2006; atualizada em Dezembro 2007.
SÃO PAULO FUTEBOL CLUBE
Fundado em 16/Dezembro/1935
End.: Pça. Roberto Gomes Pedrosa, 1 - Morumbi
São Paulo/SP CEP 05653-070
Estádio Cícero Pompeu de Toledo (Morumbi)
capacidade: 80.000 pessoas
Sites: www.saopaulofc.net www.spfc.com.br
História
Até hoje ha controversias sobre a data de fundação do clube. Foi 1930 ou 1935? - O São Paulo FC nasceu em 26 de janeiro de 1930, da fusão entre o Clube Athlético Paulistano e Associação Athletica das Palmeiras; O uniforme escolhido levou o branco e o vermelho do Paulistano e o preto e branco da AA das Palmeiras. Em 1935 o São Paulo fundiu-se novamente, desta vez com o Clube de Regatas Tietê, adotando o nome deste. Alguns dirigentes não gostaram de perder o seu São Paulo, deixaram o Tietê e, no dia 16 de dezembro de 1935, criaram novamente o São Paulo FC. A Federação Paulista de Futebol reconhece os titulos do antigo São Paulo da Floresta para o clube atual, a contra-gosto dos rivais.
A primeira partida de futebol do clube foi realizada em 1930 (como São Paulo da Floresta), contra a equipe do CA Ypiranga. São Paulo 1x0 Ypiranga, gol marcado pelo atacante Formiga. E em 1933, o São Paulo da Floresta bateria o Santos por 5 x 1 na primeira partida de futebol profissional do Brasil.
A maior goleada aplicada pelo Tricolor em clássicos paulistas, aconteceu no dia 18 de junho de 1944, São Paulo 9x1 Santos.
Serginho Chulapa é o maior artilheiro da historia do clube com 242 gols marcados.
Mascote » Santo São Paulo, foi criado na década de 40 por um cartunista do jornal A Gazeta Esportiva, a imagem do santo agradou a todos os São-paulinos e permanece até hoje como mascote oficial do clube. O verdadeiro santo morreu jovem, mas o simbolo é um velhinho.
No periodo entre 1985 a 1994, o São Paulo levantou mais de trinta taças. As mais importantes foram o bi-Mundial Interclubes e o bi da Libertadores em 1992 e 1993.
O primeiro Interclubes teve a marca de Raí. Em grande fase, o craque marcou os dois gols na vitória contra o Barcelona. No ano seguinte, foi Müller o nome do jogo na vitória por 3x2 em cima do Milan, marcando o gol do título com o traseiro. Telê Santana foi o treinador da equipe na maioria das conquistas neste perído.
Entre os grandes idolos do São Paulo podemos citar Artur Friendereich, Leônidas da Silva, Valdir Perez (mais de 600 partidas pelo tricolor) e Rogério Ceni (com mais de 700 partidas), Falcão, Cafu, Dario Pereyra, Teixeirinha (jogador que defendeu por mais de 16 anos as cores do clube, entre 1939 e 1956), o Mestre Telê Santana - treinador eternizado pela torcida; e Adhemar Ferreira da Silva, bi-campeão Olimpico do atletismo e Éder Jofre, campeão mundial de boxe.
Memorial
Em 1994, o presidente José Eduardo Mesquita Pimenta pôde, depois de dez meses de planejamento, inaugurar o Memorial do São Paulo, um espaço onde, finalmente, o sãopaulino teria uma noção do tamanho de sua grandeza, com vitórias em todos os tipos de competição. Em 1998, o São Paulo expandiria o conceito do Memorial para que atingisse não somente o torcedor tricolor, mas todos os fãs do esporte. Exposições como “85 Anos de Leônidas da Silva”, “Um Traço Tricolor” e “Adhemar Ferreira da Silva, o Atleta de Ouro” apaixonaram sãopaulinos e não-sãopaulinos. No primeiro piso do memorial estão expostos os troféus que o São Paulo ganhou em sua história. O Memorial fica na Av. Giovanni Gronchi, portão 17, e funciona de segunda a sexta (não funciona em dias de jogos).
Pesquisas de Sidney Barbosa da Silva
Fonte: Arquivo Campeões do Futebol e Site Oficial do São Paulo
Página adicionada em 2006 - atualizada em Fevereiro/2010
Competição Ano
Mundial de Clubes da Fifa 2005
Copa Intercontinental 1992 e 1993
Taça Libertadores da América 1992, 1993 e 2005
Supercopa da Libertadores 1993
Recopa Sulamericana 1992 e 1993
Copa Conmebol 1994
Supercopa Conmebol 1996
Campeonato Brasileiro 1977, 1986, 1991, 2006, 2007 e 2008
Torneio Rio-São Paulo 2001
Campeonato Paulista 1931 (como São Paulo da Floresta), 1943, 1945, 1946, 1948, 1949, 1953, 1957, 1970, 1971, 1975, 1980, 1981, 1985, 1987, 1989, 1991, 1992, 1998, 2000 e 2005. Venceu ainda o Supercampeonato Paulista em 2002.
Torneio Inicio do Paulista 1932 (como São Paulo da Floresta), 1940 e 1945.
Torneios Nacionais e Internacionais
T. dos Campeões Estaduais Rio-SP
Pequena Taça do Mundo (VEN)
Taça Cidade de Barcelona (Espanha)
Copa dos Campeões Mundiais (BRA)
Taça Cidade de São Paulo . . . . . . .
Torneio Pentagonal SP-RJ . . . . . . .
Torneio Lineu Prestes (São Paulo)
Taça Armando Arruda Pereira (SP)
Troféu Jarrito (Mexico) . . . . . . . . .
Torneio Quadrangular de Cali (COL)
Torneio Charles Müller (São Paulo)
T. Roberto Gomes Pedrosa (SP)
Pentagonal de Guadalajara (Mexico)
Torneio de Firenze (Itália) . . . . . . .
Troféu Colombino de Huelva (ESP)
Torneio de Las Palmas (Espanha)
Torneio Nunes Freire (Maranhão)
II Copa São Paulo . . . . . . . . . . . .
Taça Governador do Estado de SP
Torneio de Verão - Tampa Bay (EUA)
T. Luis Henrique Rosas (SC)
Taça da Jamaica (Jamaica) . . . . . .
Taça Trinidad e Tobago (T&T)
Taça Eduardo José Farah (São Paulo)
Torneio Centenário da Republica
Quadrangular de Guadalajara (Mexico)
Torneio Quadrangular de León (MEX)
Torneio da Amizade (Chile) . . . . . .
Troféu Ramón de Carranza (Espanha)
Troféu Teresa Herrera (Espanha)
Taça Cidade de Santiago (Chile)
Trofeu Santiago de Compostela (ESP)
Troféu Jalisco (Mexico) . . . . . . . . .
Taça Cidade de Los Angeles (EUA)
Taça San Lorenzo de Almagro (ARG)
Torneio Rei Dadá (Minas Gerais)
Trofeu Bortolotti (Italia) . . . . . . . .
Trofeu Clubes Hermanos (Argentina)
Los Angeles Soccer Cup (EUA)
Quadrangular de Pachuca (MEX)
III Copa Euro América (São Paulo)
I Copa Constantino Cury (São Paulo)
1943, 1953 e 1985
1955 e 1963
1991 e 1992
1995 e 1996 (disputado por clubes do Brasil que venceram a Copa Intercontinental)
1944
1949
1950
1952
1955
1960
1956
1956
1960
1964
1969
1969
1976
1976
1980
1982
1985
1987
1987
1988
1989
1989
1990
1990
1992
1992
1993
1993
1993
1993
1994
1995
1995
1997
1999
1999
1999
2000
Copa São Paulo de Juniores 1993, 2000 e 2010
Taça Belo Horizonte de Juniores 1987 e 1997
Outros Troféus 1946 - Taça dos Invictos c/ 23 jogos
1972 - Taça dos Invictos c/ 15 jogos
1975 - Taça dos Invictos c/ 39 jogos
2005 - Taça dos Invictos c/ 13 jogos
1995 e 1998 - Troféu Fair Play
SANTOS FUTEBOL CLUBE
Fundado: 14/Abril/1912 - Endereço: Rua Princesa Isabel, 77 - Vila Belmiro
Santos/SP CEP: 11075-501
Site oficial: http://santos.globo.com
HISTÓRIA
FUNDAÇÃO
» Fundado em 14 de abril de 1912 por iniciativa de três desportistas da cidade: Raymundo Marques, Argemiro de Souza Júnior e Mário Ferraz de Campos que convocaram uma Assembléia para a fundação de um time de futebol na Rua do Rosário, atual Avenida João Pessoa, na sede do Clube Concórdia. Durante a reunião foram colocados três nomes: Brasil Atlético, Euterpe e Concórdia. Mas Edmundo Jorge Araújo, sugeriu batizar o clube com o nome da cidade, ou seja, Santos Foot-Ball Clube, que foi aprovado por unanimidade. As cores escolhidas para o uniforme foram o azul e branco em listras verticais e, entre elas, frisos dourados (ao lado) - as cores do Concórdia. Só um ano depois o Santos se tornaria Alvinegro.
» A primeira diretoria foi formada por Sizino Patusca (presidente), George Cox (vice-presidente), José G. Martins (1° secretário), Raul Dantas (2° secretário), Leonel Silva (1° tesoureiro) e Dario Frota (2° tesoureiro). Os diretores eram: Augusto Bulle, João Carlos de Mello, Henrique Cross, Raymundo Marques, Cícero F. da Silva e Jomas de C. Pacheco.
Os primeiros jogos
» Duas versões são dadas por historiadores do clube. A primeira, segundo o Conselheiro Guilherme Gomez Guarche, aponta que o primeiro jogo teria ocorrido em 23 de junho de 1912 contra o combinado local do Thereza Team, contestada por Francisco Mendes Fernandes (historiador oficial do peixe), dizendo que esta partida foi um jogo treino. A outra, apontada por Francisco como a verdadeira, teria ocorrido apenas em 15 de setembro daquele ano contra a equipe do Santos Athletic Club.
» Na partida contra o Thereza Team, o Alvinegro saiu-se vencedor pelo placar de 2 a 1, gols de Anacleto Ferramenta e Geraule Ribeiro. O Santos formou com Fauvel, Simon e Ari, Bandeira, Ambrósio e Oscar, Bulle, Geraule, Esteves, Fontes e Anacleto.
» No jogo considerado oficial, em 15 de setembro, o adversário foi o Santos Athletic Club, mais conhecido como Clube dos Ingleses, hoje uma das agremiações mais tradicionais da Cidade, mas que não mantém uma equipe de futebol na atualidade. O Santos Futebol Clube venceu por 3 a 0. O primeiro gol oficial da história do clube foi marcado por Arnaldo Silveira.
Os 10 maiores artilheiros
» Pelé (jogou de 1956 a 1974) fez 1091 gols; Pepe (1954-1969) 405 gols; Coutinho (1958-1970) 370 gols; Toninho Guerreiro (1963-1969) 283 gols; Feitiço (1927-1936) 216 gols; Dorval (1956-1967) 198 gols; Edu (1966-1976) 183 gols; Araken Patusca (1923-1929) 177 gols; Pagão (1955-1963) 159 gols; e Tite (1951-1963) 151 gols marcados.
Linha do tempo
1913 - disputa do primeiro campeonato oficial, o paulista
1913 - primeira partida oficial, pelo campeonato paulista, Santos 1 x 8 Germânia. O clube jogou com: Durval Damasceno, Sebastião Arantes e Sydnei Simonsen; Geraule Ribeiro, Ambrósio Silva e José Pereira da Silva; Adolfo Millon, Nilo Arruda, Anacleto Ferramenta, Harold Cross e Arnaldo Silveira.
1913 - A primeira vitória em uma competição ocorreu em 22 de junho de 1913, Santos 6 x 3 Corinthians, no Parque São Jorge, em São Paulo.
1913 - Primeiro titulo foi o 1° Campeonato Santista. Participaram, além do Santos, Atlético, Escolástica Rosa e América.
1935 - Foi o ano da conquista do primeiro titulo estadual
1956 - Chega ao clube, trazido por Waldemar de Brito, o maior atleta do século XX, o Rei Pelé.
1962 - Primeiro clube brasileiro a ganhar a Libertadores e a Copa Intercontinental, feito repetido em 1963.