Segunda, 16 de Junho de 2008
Arquivo Diário
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Publicado por Suplemento em 16 Jun 2008 | sob: Sem Categoria, Ganho de Massa Muscular, Dicas de suplementação, Suplementos, News Letters Suplemento & Saúde
Olá na nossa News Letter de Hoje falaremos do grande medo dos nossos clientes: HIPERCALÓRICOS, ANABÓLICOS (não estamos falando de esteróides), ANTICATABÓLICOS e GANHADORES DE MASSA.
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Quando falamos em Hipercalóricos, todos associam a engordar, pois a quantidade de calorias é à base de muitas dietas atuais. Porém devemos lembrar que os hipercalóricos ou GANHADORES DE MASSA (MASS GAINNERS) são produtos direcionados a quem quer ganhar músculos e tem dificuldades para isso.
Irei contra o objetivo da maioria das lojas, ou seja vender e lucrar muito, pois nós da Suplemento & Saúde, valorizamos nossos clientes e queremos que eles tirem o maior benefício do seu investimento, ou seja, a maioria das lojas oferecem a “solução universal” WHEY PROTEIN, pois não precisam ficar orientando seus clientes. O Whey realmente é uma solução universal, mas muito custosa, enquanto que pessoas magras com dificuldade em ganhar massa podem abusar (no bom sentido da palavra) dos hipercalóricos, anticatabólicos e ganhadores de massa.
A melhor forma de quem está abaixo do peso, é começar com uma dose antes e uma depois dos treinos e utilizar uma dose no café da manhã. Depois conforme ganha massa muscular, irá gradativamente mudando para outras formas de proteínas como albumina e Whey protein.
Agora vamos explicar o porquê de tomar nestes períodos.
Antes de treinar: Você terá mais força e energia com este suplemento, tome 30 minutos antes. Já é comprovado que, treinar de estômago vazio reduz a eficiência dos treinos, porém nada de exageros.
Depois do Treino: Tente tomar seu suplemento até 30 minutos após o término, quando seu corpo absorverá o máximo de nutrientes.
Ao Acordar: Dormir cedo ajuda na produção hormonal que faz com que ganhemos músculos. Porém já na madrugada, nosso corpo produz um hormônio que é responsável pelo catabolismo (perda de músculos), devido o período de ausência de alimentos e esse hormônio somente é bloqueado ao nos alimentarmos. Muitos atletas acordam de madrugada e tomam albumina para interromper a produção deste hormônio, mas não desejamos acabar com o sono de ninguém, somente recomendamos o BOM CAFÉ DA MANHÃ. Como seu café da manhã como um REI, almoce como um NOBRE e jante como um PLEBEU, essa é uma velha regra de ouro.
Anabolismo e Catabolismo:
ANABOLISMO E CATABOLISMO
Na última edição da SuperTreino , discutirão os conceitos de metabolismo, anabolismo e catabolismo. Resumidamente, o metabolismo é representado pelo conjunto de inúmeras reações bioquímicas em nível celular necessárias ao funcionamento orgânico. Estas reações ocasionam basicamente suas conseqüências metabólicas: o anabolismo e o catabolismo. Quando as reações acarretam a síntese de tecidos e o armazenamento de energia e nutrientes, temos o fenômeno conhecido como anabolismo. Por outro lado, as reações de mobilização e o gasto de energia e nutrientes e de destruição de tecidos para estes fins representam o catabolismo. Vimos também que o catabolismo e o anabolismo são regulados pelo sistema hormonal, no qual alguns hormônios específicos atuam como sinalizadores e desencadeadores des ses estados metabólicos. Os hormônios são substancias químicas fabricadas naturalmente dentro do organismo, em diversas glândulas do sistema hormonais e secretadas na corrente sanguínea para atuarem sobre tecidos específicos. Eles atuam como sinalizadores que desencadeiam diferentes reações dentro de suas células-alvo produzindo, assim, respostas anabólicas ou catabólicas. A principal glândula que desencadeia toda a orquestra hormonal é a hipófise e ela está localizada na base do cérebro, imediatamente abaixo de uma região cerebral conhecida como hipotálamo, que é responsável por sua ativação. O hipotálamo é responsável pela manutenção da homeostase do organismo, que é o estado de equilíbrio interno do mesmo. Para realização desta tarefa, o hipotálamo realiza o controle e a modulação do sistema hormonal, pressão arterial, temperatura corporal, balanço hídrico (controlando a sede), respiração, fome e comportamentos complexos representados pelas nossas emoções. Para manter o estado de equilíbrio destas diferentes variáveis, quando o organismo sofre ação de um agente estressante, o hipotálamo secreta hormônios específicos que realizam a ativação de certos hormônios fabricados pela hipófise, visando o restabelecimento da hemeostase . Este fenômeno é conhecido como equilíbrio dinâmico, pois perante as flutuações de suas funções fisiológicas o organismo estará sempre respondendo no sentido de restabelecer os parâmetros naturais de funcionamento. A hipófise, quando estimulada pelo hipotálamo, libera basicamente três hormônios: GH (hormônio do crescimento), LH (hormônio luteinizante) e ACTH (adrenocorticotropina) O GH atua dentro do organismo estimulando o crescimento ósseo e do tecido muscular, sendo essencial durante a fase de crescimento. Além disso, ele aumenta a velocidade da síntese de proteínas na musculatura, ocasiona também a elevação dos níveis de açúcar no sangue e aumenta a taxa de metabolização de gorduras no organismo. Outra função anabólica do GH consiste no estímulo da produção de IGF-1 (Fator de crescimento semelhante à insulina) no fígado e outros tecidos. Praticamente todos os tecidos são sensíveis a ação do OGF-1, particularmente as células ósseas, musculares e cartilaginosas, ocasionando o anabolismo destes tecidos. Por outro lado, o LH irá estimular a liberação dos hormônios sexuais. Atuando em indivíduos do sexo masculino nos testículos, ocasionando a secreção de testosterona, e nas mulheres nos ovários, ocasionando a liberação de progesterona e pequena produção de testosterona. As adrenais também realizam a liberação de pequena quantidade de testosteronas em resposta a sinalização do LH. A testosterona é, talvez, o mais famoso hormônio anabólico e tem também a função andrógina nos indivíduos do sexo masculino, o que significa que ela ocasiona o aparecimento das características sexuais secundárias que diferenciam o homem da mulher, como barba, voz, massa muscular, etc. Isolada pela primeira vez em 1935, a testosterona possui várias aplicações clínicas e, infelizmente, é uma droga utilizada por diversos atletas e praticantes de atividades físicas para a maximização do anabolismo muscular. A deficiência de testosterona é raramente encontrada e o seu uso deve ser restrito ao universo clínico e apenas em pacientes que irão se beneficiar de seus efeitos, haja vista que possui inúmeros efeitos colaterais. O ACTH atua sobre as glândulas adrenais ocasionando a liberação de vários hormônios corticoesteróides. Entre estes o mais conhecido é o cortisol , que tem como função básica o controle de metabolismo de carboidratos, proteínas e gorduras e está envolvido também nas reações antiinflamatórias. Estes hormônios representam e controlam basicamente as reações de catabolismo dentro do organismo, sendo que o GH, IGF-1 e a testosterona estão basicamente envolvidas em processos anabólicos. Outro hormônio amplamente conhecido e envolvido nas vias anabólicas é a insulina que é secretada pelos pâncreas em resposta a ingestão de alimentos que ocasionam a conseqüente elevação do teor de açúcar sanguíneo. A insulina, além de promover a absorção da glicose pelas células musculares, atua estimulando a síntese proética e, ao mesmo tempo, otimizando a entrada de aminoácidos nas células. Por outro lado, ela também esta envolvida no armazenamento de gorduras dentro das células adiposas (adipócitos ), favorecendo a conversão dos excedentes de glicose em ácidos graxos (gorduras). A compreensão básica das reações anabólicas e catabólicas em conjunção cm o sistema hormonal é de grande utilidade para o entendimento das respostas ocasionadas no organismo por diferentes protocolos da dieta e treinamento, fornecendo dados concretos para a realização de dietas e treinamentos que maximizem o anabolismo muscular.
Como evitar o Catabolismo?
O catabolismo ocorre quando o organismo está sem energia suficiente e precisa destruir seus próprios tecidos para a liberação de aminoácidos que serão convertidos em energia. Com uma boa alimentação, 5 a 6 refeições diárias, você estará evitando o catabolismo. Sobretudo ingira uma refeição rica em carboidratos (pães, massas, cereais, bananas, dextrose, maltodextrina, por exemplo) ao menos duas horas antes dos treinos. Faça também refeições imediatamente após os treinos a base de carboidratos e proteínas (leite, claras de ovos, peito de frango, albumina, whey protein, dextrose), para repor a energia e os aminoácidos necessários ao anabolismo. E, sobretudo, não faça sessões de treinamento com mais de uma hora de duração na parte da musculação. Fonte: Revista Super Treino
Se quiser conhecer nossos ganhadores de massa, anabólicos (estimula o crescimento muscular) ou mesmo os anticatabólicos, clique nas palavras e será redirecionado à nossa loja.
Nós da Suplemento & Saúde, deixamos aos nossos clientes a possibilidade de receber sugestões de uso direcionado à necessidade sua. Envie um e-mail com o seu peso, altura, idade, atividade física com a frequência em que pratica, com o suplementos que já utiliza, para que possamos lhe ajudar na medida do possível a atingir seus objetivos.
Até a próxima edição quando começaremos a falar da importância de cada suplemento. Se perder alguma edição procure o nosso blog e leia: http://blog.suplementoesaude.com.br/
Quem quiser dar sua opinião, deixamos o nosso blog para expor os seus resultados.
Agradecemos a sua atenção e esperamos que tenha apreciado.
Equipe Suplemento & Saúde
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Publicado por Suplemento em 16 Jun 2008 | sob: Sem Categoria, Perda de Peso e definição, Dicas de suplementação, News Letters Suplemento & Saúde
Olá, Nesta semana iremos colocar para vocês uma matéria recentemente publicada na FAPESP (Fundação de Amparo a Pesquisa do Estado de São Paulo). Nela eles ressaltam uma grande descoberta sobre o envelhecimento (radicais-livres que podem ser reduzidos pelos anti-oxidantes) e emagrecimento. No entanto, NÃO COMERCIALIZAMOS as drogas citadas, pois elas causam danos e estão em pesquisa ainda, porém teremos o maior prazer em fornecer uma dica de anti-oxidante: VITAMAX OXI ou LICOPENE que podem ser comprados no clicar no nome destes produtos.
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Agência FAPESP Divulgando a cultura científica
13/06/2008

Ao diminuir o aproveitamento energético das mitocôndrias, cientistas da USP criam estratégia que reproduz efeitos das dietas de baixas calorias, aumentando longevidade. Estudo foi publicado na revista Aging Cell (Foto: NSF)
Especiais
Viver mais sem comer menos
13/06/2008
Por Fábio de Castro
Agência FAPESP– Na década de 1930, cientistas demonstraram que uma dieta com poucas calorias retardava o envelhecimento, aumentando a longevidade dos animais. Agora, pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP) conseguiram promover em camundongos os mesmos efeitos benéficos da dieta de restrição calórica sem precisar diminuir a quantidade de alimento.
A estratégia consistiu em tratar os animais com uma droga que diminui o aproveitamento energético das mitocôndrias. Além de aumentar em cerca de 10% a longevidade, o tratamento reduziu os índices ligados à síndrome metabólica – o conjunto de fatores de risco cardiovascular que inclui diabetes, hipertensão arterial, distúrbios lipídicos e obesidade.
O estudo, coordenado por Alicia Kowaltowski, professora do Departamento de Bioquímica da USP, foi publicado no site e em breve sairá na edição impressa da revista Aging Cell.
A mitocôndria é uma organela celular que, com o uso do oxigênio da respiração, converte a energia dos alimentos em energia química, ou trifosfato de adenosina (ATP), vital às atividades celulares.
De acordo com Alicia, a estratégia utilizada se baseou no mecanismo conhecido como desacoplamento mitocondrial. “O desacoplamento consiste em diminuir a síntese de ATP mantendo a mesma quantidade de alimento”, disse à Agência FAPESP. O estudo tem apoio da FAPESP na modalidade Projeto Temático.
Segundo a cientista, para sintetizar o ATP, a mitocôndria gera um gradiente de prótons – isto é, fica mais positiva do lado de fora do que em seu interior. Esse gradiente serve como fonte de energia para a síntese de ATP.
“A droga que utilizamos, o dinitrofenol, diminui esse gradiente de prótons, deixando que alguns deles voltem para dentro da mitocôndria sem que haja síntese de ATP”, explicou.
O dinitrofenol é conhecido há muito tempo e, na década de 1930, já era utilizado como droga para o emagrecimento. Mas, apesar de eficaz, seu uso causava controvérsias, uma vez que a dose terapêutica estava muito próxima da dose tóxica.
“O que fizemos foi utilizar o dinitrofenol em uma dose muito menor para mostrar que a diminuição do aproveitamento de energia da mitocôntria é capaz de prevenir os efeitos do envelhecimento”, afirmou Alicia.
O estudo teve participação da professora Marisa Medeiros e das estudantes Camille Caldeira da Silva, Fernanda Cerqueira e Lívea Barbosa, que realizaram os experimentos.
Segundo Alicia, o grupo já havia realizado um estudo semelhante, em 2004, em um modelo de envelhecimento de leveduras. “A partir daquele estudo em células in vitro resolvemos testar a estratégia em animais”, disse.
O objetivo da pesquisa foi mimetizar os efeitos de uma dieta de restrição de calorias para diminuir o aproveitamento energético, mas sem reduzir a quantidade de comida ingerida.
“Assim como os humanos, os camundongos tendem a engordar quando envelhecem. Os que foram tratados com o dinitrofenol, no entanto, ganharam menos peso à medida que envelheciam, apesar de comerem a mesma quantidade do que os outros”, afirmou.
O ganho de peso, segundo a pesquisadora, está associado ao aumento dos níveis de glicemia, triglicérides e insulina, características da síndrome metabólica. “Nos camundongos submetidos à estratégia todos esses indicadores estavam diminuídos.”
Lesões por radicais livres
Segundo a professora do Departamento de Bioquímica da USP, o estudo não pretende sugerir o dinitrofenol como opção terapêutica, devido a seus efeitos tóxicos. “A idéia foi demonstrar que a manipulação das funções da mitocôndria é muito eficaz para controlar o envelhecimento e o ganho de peso”, disse.
O estudo demonstrou também que a estratégia é eficiente para diminuir as lesões provocadas por radicais livres – outra das causas do envelhecimento.
“À medida que envelhecemos, acumulamos lesões por radicais livres nas moléculas. Sabemos que a restrição calórica diminui a geração de radicais livres na mitocôndria, diminuindo também essas lesões. Comprovamos que o tratamento com o dinitrofenol também é eficiente para diminuí-las, configurando uma estratégia antioxidante muito mais eficaz que o uso de vitaminas, por exemplo”, disse.
Um dos objetivos do grupo, a partir de agora, é modificar o dinitrofenol para gerar novas drogas que possam ser utilizadas para o desacoplamento mitocondrial.
“Outra possibilidade é ativar vias naturais de desacoplamento presente nas mitocôndrias, como os canais para potássio, ou certas proteínas desacopladoras. Uma droga que ativasse essas vias seria muito interessante para promover, sem depender de nenhuma proteína, os efeitos que conseguimos produzir quimicamente”, destacou.
Alicia salienta que a FAPESP acaba de aprovar novo pedido de bolsa de pós-doutorado para o Projeto Temático que coordena, de modo a dar continuidade a essa linha de pesquisa. “Estou selecionando candidatos. Além de continuar essa pesquisa aplicada, com fins farmacêuticos, queremos estudar os mecanismos e os processos celulares envolvidos no envelhecimento”, disse.
Para ler o artigo Mild mitochondrial uncoupling in mice affects energy metabolism, redox balance and longevity, de Alicia Kowaltowski e outros, publicado na Aging Cell,